abril 15, 2012

Curious and smile

I don't believe in magic...

abril 08, 2012

No more I love yous

Devoid of meaning

abril 01, 2012

Chronos

Desmultiplica-te,
para ser grande, sê inteiro
Nada teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.
Põe quanto és no mínimo que fazes.

março 22, 2012

Leaps and bounds

março 12, 2012

Sing, sing a song

Engraçado, irónico... desconhecia que houvesse momentos da vida, em que certas coisas não fizessem qualquer sentido, não ressoassem. Libertador, maravilhoso!

fevereiro 25, 2012

Remelosa

Mesmo quando se acorda, é preciso lavar a cara, esfregar bem a sujidade, tirá-la de nós, esquecer que esteve agarrada a nós... só aí se vêem as verdadeiras cores do mundo.
...

E o mundo, é lindo!

fevereiro 19, 2012

Beautiful Lie

Espero que com os meses de aldrabice não me tenhas tirado a capacidade de confiar nas pessoas. Agora percebo, que eu é que não tenho nada a ver contigo... o par que se formou, é perfeito. Não se estragam duas famílias: mentiras sobre mentiras e pares de cornos sobre pares de cornos. Que sejam muito felizes e que não fodam a vida a mais ninguém.

fevereiro 16, 2012

Presunção e água benta

Adoro quando pessoas que não sabem nada da minha vida, porque escolho deixá-las à margem, presumem que sabem o que sinto ou o que penso... Adoro!

Não estou infeliz, antes pelo contrário. A percepção da realidade da vida, da minha vida e das pessoas que fizeram parte dela, dá-me uma serenidade e um bem-estar extremo.
Quem está fora da minha vida, está porque escolhi não lhes dar mais espaço. Seria bom que essa mensagem passasse de uma vez por todas e que me deixassem em paz de uma vez por todas.
Cada furo que tentam fazer nessa distância que imponho, apenas me transtorna, porque a acho abusiva e intrusiva.
Aqui, comigo, está quem eu quero e quem eu deixo estar. Quem não está, que perceba o recado... já vai em tempo disso.

fevereiro 15, 2012

2 pieces

Broken in two: one that can't stop loving, and one that can't understand why the other one can't.

Through pain comes growth, knowledge, understanding... I see you so clearly, I understand every little cowardly thing and choice about you, but I will never recognize you in this.
Sometimes I think I will never forgive you either.

fevereiro 12, 2012

O Singstar nunca mais será o mesmo

IEHUIAH

Foi-me dito que era o seu nome, o meu anjo... que a sua função era proteger-me de traições, de pessoas maldosas. 


Acho que anda a dormir. 


Afastando o óbvio, mesmo quem julguei que sempre estivesse do meu lado, também orquestra nas minhas costas...


Sou paranóica e desconfiada e presumo demasiado... pois sim, se calhar tenho mesmo é boa intuição.
Valha-me o Do as one

fevereiro 09, 2012

Unbreakable

Reconhecimento é o primeiro passo... reconhecer a dor, reconhecer a vivência. Depois perdoar e encontrar um caminho de amor:

Unbreakable

fevereiro 08, 2012

The bible tells me so

Quando escolhem nos arrancar o mundo, a perspectiva muda.
O perdão só viria com a contrição, com a mudança de atitude ou comportamento ou sentimento... Nada mudou, excepto a importância. E isso muda tudo.

fevereiro 03, 2012

Pitifull, really..

Que grandes amores estes, que surgem de nada, feitos de nada e se resumem a nada. Ignorance will always be a bliss.

janeiro 28, 2012

Desapego e perspectiva

Velhas e relhas, mil vezes remendadas, com pespontos espalhados por toda a parte, as minhas calças preferidas. Não era capaz de as deitar fora, as calças que me ficavam tão bem, exemplo do tipo de calças que mais gostava (justas em cima, a fazer uma pequena - muito pequena - boca de sino)...

Já habituada a ouvir as críticas ao seu mau aspecto (que já o tinham, admito...), não ligava, porque eram as minhas calças preferidas, as que me ficavam tão bem... tal como não tenho qualquer problema em usar a minha sweat velha relha (mais velha do que eu) que o Argos fez o favor de rasgar num momento de brincadeira mais acesa e que por isso mesmo está também remendada, pespontada, suturada. São cicatrizes na minha roupa, histórias da minha vida. Não me envergonham, por muito que tenham tentado guilt-trip me a isso.

Ontem, enquanto fumava um cigarro a seguir ao jantar, vi-me no reflexo da porta do restaurante (poderia ter sido em casa, ao espelho, mas há coisas que só se tornam óbvias nos sítios mais inesperados)... as minhas calças favoritas já não me ficam bem, estão-me largas, caem-me, sobram-me pregas em todo o lado, pelos muitos pespontos alinhavados o corte está todo alterado, ainda mais tecido parece sobrar...

Fomos felizes, mas como em tanta coisa na vida, vou deitar-vos ao lixo (porque não posso realmente dar-vos a ninguém)... it was a fine romance, mas agora acabou. Vou seguir a minha vida para outros pares de calças, que me fiquem melhor, que assentem no meu novo eu... vocês já não me servem.




janeiro 27, 2012

Phoenix

The mind boggles, the heart throbs, the scars heal, the senses return. You may never say my name, I no longer exist in you, but everywhere else.

janeiro 25, 2012

Forgetfulness

They say you die twice. One time when you stop breathing and a second time, a bit later on, when somebody says your name for the last time.
Banski

janeiro 23, 2012

Acceptance

Que o mundo é como é, que o universo dá as cartas que dá. Que o que é injusto, ilógico, incorrecto, tem uma razão de ser, por obscura que me seja. Que haverá sempre coisas fora do meu controlo, que me escapam e não por minha insuficiência. Que sim, há pessoas que nunca mudarão e eu não tenho que sofrer com isso.


Aceito que há uma ordem natural na desordem, no caos, que não me tenho que sentir responsável ou zelar por aqueles que fugiram debaixo da minha asa protectora. Aceitar o mundo e quem nele vive pelo que é, aceitar que se não mudarem ou se mudarem, é uma situação que a eles diz respeito e a mim só dirá se eu permitir. E quando me parece ilógico, incorrecto, injusto e irreal, nada mais do que desejar o melhor do mundo e criar a distância necessária para que não me continue a chocar a ausência de tudo o que me é vital... porque o que me é vital a mim, os valores que me são essenciais a mim não são ao outro: cada um vive a sua vida pautada pelas suas próprias normas, e pessoas com normas diferentes nunca seriam destinadas a partilhar nada.

Aceitar que não mudo nada no mundo, mudo-me a mim e o que me rodeia se for permeável a isso.  Aceitar que errei, que percebi mal, que me iludi e me desiludi, que amei quem não devia e fi-los muito mais do que eram ou alguma vez poderiam almejar ser. E está bem assim... aceitar que não posso balizar os outros pelos meus padrões, têm os deles e isso está bem. São insuficientes para mim, sobejarão para os que vierem a seguir.

E gozar a serenidade que dessa conclusão advém. Serena por saber que o mundo roda como antes e que o meu desequilíbrio momentâneo passa assim que ambientar a minha cadência à da rotação que me tirou o chão... foram segundos. Aceito-os, olho-os com o respeito que um mentor me merece.

Aceitar, em vez de julgar e avaliar cada situação pelo que não é... e assim, ser simplesmente feliz (simplesmente).

janeiro 17, 2012

Trintona

Sempre soube que seria a melhor altura da minha vida. E vai ser... sei que sim, ninguém me vai tirar isso, por injustiças, insanidades e irracionalidades que me atravessem para me deter. O meu caminho trilho-o eu.

janeiro 14, 2012

Start over

No matter. Try again. Fail again. Fail better.

janeiro 13, 2012

Âncoras

É quando começamos a andar para a frente que elas se lembram de pesar.

janeiro 10, 2012

Enough

.

janeiro 09, 2012

Metamorfose

A coisa mais linda do mundo transformar-se em algo hediondo, que fere o olhar... chega a ser criminoso aquilo em que te tornaste.

janeiro 04, 2012

Milhares de milhões

de nada.

janeiro 02, 2012

Inside out

Aparamentada de avessos.

dezembro 26, 2011

Rotação

"É nos teus olhos que o mundo inteiro cabe,
mesmo quando as suas voltas me levam para longe de ti;
e se outras voltas me fazem ver nos teus
os meus olhos, não é porque o mundo parou, mas
porque esse breve olhar nos fez imaginar que
só nós é que o fazemos andar."

dezembro 22, 2011

Always

be my baby.

dezembro 20, 2011

Took you for granted

didn't make you a priority because I was so sure we had the rest of our lives together...

dezembro 19, 2011

Teared up

“Memories are what warm you up from the inside. But they're also what tear you apart.”
Haruki Murakami, Kafka on the Shore

dezembro 15, 2011

2011

... acaba de uma vez por todas!

dezembro 11, 2011

A cada dia

morre um pouco mais... ainda assim não lhe vejo o fim.

dezembro 09, 2011

Putas solitárias

"E olha que ser puta também não deve ser fácil... ou bem que se tem uma puta amiga, simpática e conversadora, ou então estar a noite inteira assim sozinha no meio do nada... putas solitárias deve ser chato...!"

dezembro 05, 2011

Um dia

tudo será diferente.

novembro 23, 2011

Cicatriza


Estive estes meses a querer que visses o que tanto escondi. Não viste nada, olhos encandeados ainda pelo reflexo nos muros que ergui à minha volta. Não me conheceste então, não me conheceste agora. Continuas a ver-me como o reflexo do muro que ergui à minha volta. Mesmo quando o desmoronei, só viste o reflexo, nunca olhaste para mim. Ou perdeste-te a olhar à volta por pirraça de nunca mais olhar para mim.

Fechei. O muro caiu e tenho frio, estou à chuva... chegou a hora de nada mais me importar como nada mais te importa há tempo demais.
Timings, pois sim...
Não piso o mesmo chão, não sigo o mesmo trilho.

Não há mais palavras para te dizer, não sei se me calo para sempre. De hoje em diante, silêncio... cansei de falar sozinha, para um reflexo de alguém que nunca fui.

novembro 20, 2011

Adeus

Morre em mim.

novembro 18, 2011

Não me vou perder

Não compreendo a ligação, não compreendo o porquê, não faz sentido algum e muito me surpreenderia se viessem a provar-me errada. Mas não me vou perder nisso... agora sou eu...

novembro 15, 2011

Carpe em dia

Dou-me uma semana. Tenho uma semana, não me dou mais... sou fria, sou uma besta insensível, então está na hora de o ser. Não vou passar pelo mesmo outra vez... tenho uma semana, e depois chega... reage.

novembro 13, 2011

Babel

a torre edificada, da qual a velha de coração frio não conseguia descer... ruiu, e a velha ficou perdida nos escombros.

novembro 12, 2011

Tu

como é que eu corto este cordão umbilical...?

novembro 09, 2011

Cansada

de gentinha de merda!

novembro 08, 2011

Too little too late

Nothing in the world is permanent, and we’re foolish when we ask anything to last, but surely we’re still more foolish not to take delight in it while we have it.
W. Somerset Maugham

outubro 25, 2011

With new light

comes new understanding.

outubro 15, 2011

F******

O medo e a raiva, f****-me a vida... sempre...

outubro 05, 2011

Intuição

... não a reconheço, mas tenho.
Dividida entre a voz que oiço primeiro e a que a censura, escolho mal em qual confiar...
Custa aceitar que entendi mal uma situação ou pessoa, mas chega-se lá...

Não voltas a intrometer-te, não te dou nunca mais o benefício da dúvida.

Fizeste o que tinhas a fazer e no processo, convenceste não uma mas duas pessoas que as pessoas nunca mudam.

outubro 04, 2011

querido diário

... parece que se calhar vais voltar a ter uso.

outubro 02, 2011

morrer por dentro

e deixar de me sentir

outubro 01, 2011

Bode expiatório

dilacera saber que fazemos de tudo e não nos compreendem. As atitudes saem tão transparentes e limpidas e alguém trata de as corromper pelo caminho.
tenho que largar a obsessão pela razão, porque aparentemente não existe razão, não existe certo e errado... existe a convicção da maioria, existe chegar primeiro ao cume e dizer que é seu mesmo que não seja.
O que é real já não existe, o que é certo já não o é, e eu estou errada e a agir mal em relação a tudo... sinto que nunca ganho. Sinto que se alguma coisa correr mal, seguramente se chegará À conclusão que é culpa minha. mesmo quando não é, mesmo quando é claro de quem é...
Estou farta de ser injustiçada, estou farta de nunca ninguém estar do meu lado e me defender. Estou farta de defender a justiça mas ela não me defender a mim...

Lucidez

Arruína todos os sonhos

maio 24, 2011

Broken

And finally it sinks in

agosto 15, 2010

Vaca-sião

Há mar e mar, há ir...

julho 25, 2010

Officially at a new location

Officially home alone.

julho 22, 2010

De profundis

Fod*-se!!!!

Finalmente... só hoje posso dizer, 9 infindáveis meses depois do início das obras, que a casa está pronta a habitar.

Aleluia, nasceu o deus menino... pronta para me dar muitas horas de zen, spas, momentos comigo mesma e certamente muitas chatices também... mas finalmente habitável!

Finalmente tenho casa e deixo de ser saltimbanco e morar meio em casa dos meus pais meio na minha...

Dia 22 de Julho... data a recordar para sempre, com amor, com alívio e com merecido fôlego.

julho 12, 2010

Missing some hidden meanings

Perspectiva do todo versus focar no importante...

Há mensagens que vejo claras, e se calhar são psicose minha, por serem coincidências sem significância alguma. Há coincidências ou não afinal?!

Sede, voraz, de entender e rotular... diz o outro necessidade de identificar, de assimilar nadas que lhe dão identidade, ou assim crê.

Tenho que controlar esta besta, este ego (ainda de acordo com o outro), que provavelmente me faz correr atrás do que não quero procurar.

julho 08, 2010

Talassoterapia

Mergulhar no mar.
Pelo menos 1 vez por semana, de preferência 3 vezes ao dia.

Se o tempo não ajudar, albardar o burro como se fosse pescar mexilhão e deixar passar o tempo a banharem-se os pés.

Lava a alma.

Não enxaguar.
Não torcer.

julho 06, 2010

Brand new

Off with the old, in with the new.

Nova postura, nova mentalidade.

Sem relação com a data que se avizinha, mas a ver se entro nos 30 a reconhecer-me, ou a conhecer-me de verdade quiçá... mas consciente.

Apaziguar os erros do passado, viver o presente com respeito e de acordo com o que acho correcto e quero, fazendo o equilíbrio entre os dois, e nada mais... vá, pouco mais.

Tentar abrir mão de tudo o que nunca quis perder...

junho 14, 2010

A ti, com amor

Deixa-nos um homem bom e um homem de bem.
Pertence ao grupo dos melhores.
Não o digo por ter partido, mas porque o era de verdade. Um homem com um coração poderoso: nobre, digno, honesto, leal, paciente, discreto, disponível, sereno, solidário, educado, sem queixume no longo calvário de 5 anos e 8 meses da sua longa doença, humilde, a quem ainda sobrava o perdão para os mesquinhos. Deu sempre, não esperando nada em troca.

Bom marido, bom pai, bom filho, bom irmão, bom amigo e até bom para aqueles que não o foram para ele. Tinha muito amor para dar.

Foi o meu irmão de pais diferentes. Meu companheiro muito amado e grande amigo de uma vida.
Mas amado também e respeitado pelos seus doentes, porque à sua profissão de médico cirurgião se dedicou com amor e generosidade. A ninguém soube negar ajuda, mesmo com o seu próprio sacrifício.

Foi este o vosso Pai, era esta a dimensão da sua generosidade e entrega. Que grande e magnífica é a sua herança!
E porque é na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais, honrai a sua memória.
Aos olhos de Deus, este homem, só pode ter sido o mais fiel seguidor das palavras de Cristo.

Agora, porque já não posso mais dar-lhe a mão, porque já não posso mais cuidar dele, entrego-o nas mãos misericordiosas de Deus.
Ele foi um homem de Luz, que deixou marca em toda a família e em todos com que se cruzou.
Por isso, meus filhos, só podem orgulhar-se do Pai que tiveram a sorte de ter e que tão imensa e incondicionalmente vos amou.
Nunca deixem de falar dele aos vossos filhos, para que eles se orgulhem também do avô que tanto lhes quis.
Digam-lhes que há vida depois da vida, e, que nalgum lado, onde estiver a Luz, onde o Céu estiver, na estrela mais brilhante, é lá que ele estará.

24.03.2008

fevereiro 10, 2010

Saturday night

Dia de celebração, de despedida... despedida da casa em que tanta coisa vivi. Celebração do rito de passagem e ao mesmo tempo lamentação das memórias que ficam soterradas entre as tábuas do soalho.
Espera-me uma casa mais quente, com uma cozinha mais espaçosa, com melhor estacionamento... não tenho porque me lamentar, mas sou uma saudosista nata, sempre refractária à mudança.

Refractária à mudança e avessa a mudanças, que estão quase para vir... desta feita não há amigos que me valham, tem que ser oficial.

A partir de Março, numa nova residência, quiçá perto de si...

Férias ma non troppo

De férias, a fazer no meu recém-adquirido part-time job... trabalhinho bom, ligeiro, bem pago e com acesso à internet! Melhor... com acesso ao facebook!

Ainda assim, chamaram-me para ir fazer umas cirurgiazecas hoje de manhã no hospital... aparentemente a interna mais imberbe do serviço é vital. Aparentemente é vital o suficiente para me chamarem nas minhas férias (só porque sabem que estou por Lisboa... acho indecente).

Fiquei lixada na verdade, mas não fui capaz de dizer que não... pior, cheguei atrasada ao meu novo ofício, deixando alguma má impressão (inicial) com as minhas patroas, que espero ter limpo no decorrer do tempo de consulta. Ainda assim, there's no second chance to make a good first impression...

Mental note: ser menos trouxa e aprender a dizer que não.

fevereiro 04, 2010

Almost there

Parecem as obras de Sta. Engrácia, mas diz-que é para a semana que instalam a cozinha e o mais tardar na semana seguinte que instalam as portas...
Diz que é na última semana de Fevereiro que me mudo para a minha nova casa...
Diz que estou ansiosa por sair daqui e concluir esta etapa que nunca mais termina e me deixa os nervos em franja!

janeiro 22, 2010

I ain't necessarily so

Top 20 reasons to date a doctor:

1. They have the tool (stethoscope )

2. They can give you the gift of "missing them" because they are always at work.

3. They can give you a free medical consultation (everyone's favourite)

4.You save yourself the embarrassment of going to a doctor with an infection!!

5. They are smart!!

6. They know their anatomy well (know what works and where)

7. They are wild party people in the weekends

8 . "Let's play doctor!"

9. They are well trained to listen.

10. They know how you feel, or at least pretend to!!

11 They always have a strange new story to tell.

12 They offer you a tissue when you feel like crying (it is a reflex).

13 They can stay up all night if you want them to.

14 They can guide you in the gym.

15 Money! (They work long hours for it)

16 Free medical samples!

17 They are unshockable

18 They know what you want to hear and say it!!

19 They always dress nice

20 They are trained in breaking bad news in a nice way

janeiro 04, 2010

Obsession

Sei que sim, não percebo porque é entendida como um defeito...

Tenho um problema com a justiça, com o cumprimento de regras, com a divisão equitativa. Provavelmente por ser irmã de 4, tenho esta febre e cegueira com estas situações.

Sou uma pessoa justa, rigorosa, cumpridora e quase que me sinto empossada do dever de fazer cumprir aos outros tudo aquilo que está estipulado.
O mundo será mais harmonioso e simpático de se viver nele se não houver chicos-espertos a encontrar loop-holes ao sistema. Um mundo justo é mais facilmente agradável para todos, porque ninguém se sente defraudado.

Mas o português não é assim. O português sabe que as regras existem para se tornearem, para se dobrarem um pouco. Uma regra não é uma linha, mas uma mancha cinzenta, indefinida de contornos.

Este reveillon fui confrontada com esta situação. Os jogos de tabuleiro foram criados para crianças. Para lhes ensinar a existência de regras que ditam comportamentos e acções. Para lhes ensinarem a cumprirem regras, a vencer pelos seus próprios méritos respeitando-as, estimular a competitividade sem batotas e artifícios... sem roubar a banca, sem jogar o dado 2ª vez porque ninguém reparou na 1ª, etc., etc.

Mas quando em crianças não se aprende, chega-se aos meados dos 20's-30's incapaz de se cumprir regras, a querer torneá-las. Muito bem, no espírito de ano novo e festa assente-se na maior latitude... mas quem gosta de regras tem que as cumprir, os restantes é que não, ok?!

Pois bem, em espírito de ano novo, vão à merda... e depois de tudo isto, ganhando, sou invariavelmente rotulada como má-perdedora. Porque ganho com regras escritas nos jogos mas que só eu devo cumprir, enquanto os outros fazem o regabofe que bem lhes apetecer.

Já começo a ficar um bocado farta de automaticamente não ter razão... só porque sim, só porque sou eu... mesmo que debatidos os factos e analisada a fundo a questão tenha sempre razão. Mas como sou eu e eu "tenho sempre razão" (mas única e exclusivamente de forma irónica), acabo por nunca ter razão.

Acaba por ser interessante...

Festividades

Natal, significância perene de nada. Felizmente já passou, não deixou marcas, boas ou más... apenas umas histórias engraçadas para serem contadas com um sorriso que não deixe adivinhar que o que se conta de algum modo nos afecta. Ninguém gosta de apanhar com as desgraças dos outros, nem mesmo aqueles que nos perguntam por elas...

Passaram-se também os dias de banco dia sim dia não, sobrevivi.

As obras avançam, muito lentamente, com atrasos sucessivos... caixilharias, chãos, afins... alguém que se compromete a instalar janelas a uma 3ªf e no fundo saber que o trabalho não estará concluído passadas 2 semanas, é uma coisa que me faz uma certa confusão.
Mas hoje marca o passo de meio das obras, já depois de passado o prazo previsto de conclusão... que delícia!

dezembro 15, 2009

Já fazia dieta

Uma mãe, muito ranhosa e com mau aspecto, vira-se para o filho imberbe (ou pouco e erraticamente-berbe), igualmente ranhoso e com mau aspecto (com o acréscimo do buço mal aparado):

- Oh "não-sei-quantos"... gostavas de trabalhar neste hospital, não gostavas?!... - a sorrir-se
- Não me importava!... - retorquiu o não-sei-quantos com ar alarve.

Passados alguns segundos percebi que este diálogo se devia à minha passagem.

Acho que a minha auto-estima já terá tido melhores dias, uma vez que quase que esta cena me arrancou um sorriso e ganhou direito a posta...

dezembro 06, 2009

Em qualquer obra no geral...



... observado in loco nas obras do Terreiro do Paço. A foto é meramente exemplificativa.
Assim se explicam os deslizes (ou avalanches) orçamentais e o não cumprimento de prazos (se quisermos ser muito ingénuos e achar que nada vai para o bolso de ninguém)...

novembro 24, 2009

novembro 03, 2009

In Holter we trust

1 (não 2, não 3, não - esconjuro - 30 mil) batimento anómalo em 24h... mais um milagre da Medicina!

O desespero dá a clareza de um pontapé nos rins alheios

Boa tarde,
fui em tempos (há mais de 2 anos) vossa cliente.
Pedi cancelamento do envio de fascículos. Relutantemente, passados alguns meses do pedido inicial, cessaram o envio de fascículos.
Depois desse episódio, de tempos a tempos contactavam-me telefonicamente para me informar de novas campanhas, novas colecções, que fui sempre recusando dizendo não estar interessada, como me mantenho até ao momento.

De um momento para o outro, por auto-recriação, recebo novamente os vossos fascículos, sem que em momento algum tenha sido sequer contactada... evidentemente enviam os fascículos por vossa auto-recriação, mas convenientemente juntam notas de pagamento.
Recebi hoje a 2ª carta, referindo que tenho valor em dívida de €3 (da carta anterior) a acumular com €3,45 da actual.

Não sei que mais é preciso fazer para cancelarem o envio de qualquer subscrição em meu nome. Como é por demais óbvio, não vou fazer qualquer tipo de pagamento por serviços que não só não pedi, como estou cansada de pedir que cessem.

Agradeço que não aproveitem o facto de dispor agora de um novo contacto meu, para me aborrecerem novamente.

Com o respeito possível,

novembro 02, 2009

E a propósito do fim do mundo

Dia 19 de Outubro já passou... não aconteceu nada. Ainda bem que mantive as minhas poupanças e não me meti a caminho da Polinésia francesa com os amiguinhos...
Próxima data prevista diz que é só em 2012... menos mal!

Finalmente querido diário!

Bom, continuando...

Hoje fui à minha casita, ao meu pardieiro em destroços. Vi-lhe o esqueleto. Tive que decidir posição de tomadas, de interruptores, de spots, de avanço e retrocesso de paredes... o marceneiro e a empresa de caixilharia podem ir lá já na próxima 2ª feira...

Mas isto é sempre assim tudo tão depressa?!?... sinto-me no extreme makeover home edition, que daqui por uma semana dão-me a casa dos meus sonhos...

outubro 31, 2009

Post em atraso #4

Semana de inferno que não acaba mais... exausta, mas imensamente satisfeita pelo curso hands on de crânio. Pude fazer cirurgias inteiras de grande complexidade, que só teria oportunidade de fazer no vivo daqui por uns anitos... fantástico! Espectacular na verdade... momentos que nos dão a certeza da felicidade de se adorar o que se faz e se fará, dog willing, para o resto da vida....

outubro 28, 2009

Post em atraso #3

As obras começam amanhã... uma loucura! Não estava à espera de toda esta prontidão. Qualquer dia estão-me a dizer que faço uma festa de housewarming e ano-novo ólinuane...

outubro 25, 2009

Post em atraso #2

O padrinho está quase de partida... e eu de volta ao trabalho! Que ricas fériazinhas...

outubro 23, 2009

Post em atraso #1

Hoje fui de manhã, no meu último dia de férias, ainda com a cara inchada como se da metade esquerda d'il padrino me tratasse, até ao cartório de Picoas.
Entre vários pormenores que me remoem as entranhas da alma ávara, passada meia hora de ouvir um relambório no tom de quem já virou muitos daqueles frangos, assinei uma série de papéis que me tornaram efectivamente proprietária de uma casa, além da dívida de que já era proprietária há uns dias... entregaram-me as chaves e os documentos da minha casa, trocámos cumprimentos e lá fui eu.

Passados uns minutos, telefonaram-me... faltava pagar a escritura, e já agora receber uma cópia... ingenuidade minha de pensar que não tinha que pagar mais nada, que não tinha que levar papel algum e que o "sim" de resposta ao meu "Então é tudo?" era real. Aliás ia a pensar nisso quando estava quase a chegar ao carro...

outubro 22, 2009

Novo plantel

Com a Isabel Alçada com a pasta de educação, vai ser uma aventura!...

outubro 20, 2009

Up and date

1. Fui visitar a amiguinha e a sobrinha;
2. Adiamento da escritura devido à ingenuidade de acreditar que se deve ser honesto em todas as situações;
3. Correria por médico e de exames (as we speak, conectada a uma bateria), para obtenção da aprovação do seguro de vida;
4. Aprovação do seguro de vida e nova data de escritura;
5. Remoção de 2 cisos... o pavor, o horror. Cheguei à conclusão que só não sou mariquinhas em dores agudas. Dêem-me a pior das dores agudas, mas livrem-me do horror das dores crónicas... que desespero.
6. Andar a morrer pelos cantos, com dores de dentes, de garganta, de cabeça, no corpo, dopada sem efeito e com gelo na cara. Ainda conseguir desligar um eléctrodo do Holter a tirar a camisola...

Ainda bem que isto são as minhas ferias.

outubro 01, 2009

Citibank

Já há muito que me irritam as mensagens escritas dos Citibank e Cofidis, a oferecer-me dinheiro que à partida não preciso (se precisasse pedi-lo-ia), a pagar com suaves prestações mensais de TAEGs na ordem dos 25%... enviando uma mensagem escrita com um código de 4 letras para um número de 4 dígitos tenho automaticamente €3000 na conta, a par com 3000 facadas nos pulsos...

Sempre me irritou. Acho que é aproveitarem-se da estupidez (que abunda) das pessoas. Da febre de dinheiro sem medir as consequências. Acho imoral na actual conjunctura oferecerem, assim, dinheiro com uma cruz às costas.

Mas nunca tive oportunidade de expressar a minha irritação, exigir-lhes que não me mandassem mais mensagens deste tipo.

Hoje telefonaram-me. Desta feita €6000 euros com suaves prestações mensais (durante uma vida se calhar)...

A raiva não verbalizada durante mais de 2 anos, saiu-me em catadupa. Disse que não estava interessada e que achava obsceno fazer-se uma oferta activa de dinheiro com taxas de juro ridículas como as que eles praticam, na esperança que alguém se encante pela facilidade de um momento para o outro ter €6000 na conta.

É perfeitamente obsceno e imoral. Aproveitarem-se do espírito de facilitismo para passarem o golpe a milhares de pessoas com a corda ao pescoço... deviam ser presos, porque em momento algum, nesta oferta maravilhosa com que fui ostensivamente abordada, fui prevenida das infames taxas de juro praticadas nessas suaves prestações.

setembro 27, 2009

Am beginn war es kein wort

A morte
Saiu à rua
Num dia assim
Naquele
Lugar sem nome
Pra qualquer fim

Pensava eu. Ao ver o meu liceu cheio como nunca o vi para receber os eleitores em dia de sufrágio, com filas para entrar no próprio recinto, a adicionar às filas de cada mesa de voto, pensei que o português tivesse retirado o rabo aplicado cirurgicamente à cadeira.
Pensei eu e pensaram vários, porque essa sensação repetiu-se em vários locais de voto, em várias freguesias de Lisboa.
Mas não, aumenta.
O PS perde a maioria mas continua com uma larga vantagem, que não permite que o meu sonho de infância de ver as sondagens serem contrariadas pela contagem dos votos se realize.

Deveriam ser identificados os abstencionistas, marcados aqueles que são reincidentes e perderem os seus direitos de cidadania, dado que não exercem o seu mais essencial dever.

Aos votantes no PS votaria a mesma identificação. E cada vez que durante os próximos 4 anos disserem mal da vida, do governo, do estado do país, dever-lhes-iam ser aplicados choques eléctricos nos mamilos e testículos.

Really?!

Sequioso que lhe desse a deixa, bastou perguntar se se importava que abrisse a janela do meu lugar para entabularmos logo uma conversação. 90% ele, 10% eu claro.
Começámos sobre os malefícios do ar condicionado, depois as obras nas imediações do H. S. João no Porto e sua ligação à VCI, com passagem pelo trânsito e condução dos portuenses versus lisboetas e depois a grande revelação.

Disse-me o senhor taxista que os portuenses, aqueles que são mesmo da cidade do Porto, são na sua grande maioria Benfiquistas, corroborando a afirmação com o facto do Rui Rio ganhar as eleições contra os fantoches do Pintinho. Que as regiões vizinhas, arrabaldes do Porto (e isso para o pessoal do Norte é qualquer coisa que fique a menos que 2h de viagem) é que são os "pobrezinhos que gostam daqueles ladrões, mafiosos" (sic).

Achei um mimo... um taxista snob é qualquer coisa de sui generis. Para mim que não os suporto (aos lisboetas, que deste gostei... ainda que me tenha ficado com €1 a mais de gorjeta).

setembro 24, 2009

No weekends for you!

Este fim-de-semana Porto. Ver uma reunião de microneurocirurgia com o supra-sumo da patologia vascular. Roadtrip com o tutor e o ex-tutorando do tutor, mestres maçons do culto das pilinhas quando juntos... mas ainda assim é capaz de ser engraçado.
Vou aproveitar a tarde de sábado, livre, para estar com duas amigas que não vejo há tempo demais.
Depois volto para casa, saudosa e ao mesmo tempo triste, no último comboio do dia. Cá me esperará uma noite de ramboia e folia... ou nem tanto assim!

Próximo fim de semana algarve. Visitar a amiguinha e seu rebento. Entregar as fotos da ultima visita, ja convenientemente photoshopadas, tirar fotos novas. Esperar que o rebento tenha calma com as cólicas para poder gozar a companhia dos amiguinhos e do seu rebento sem me estalar uma enxaqueca. A promessa de um sushi.

Fim de semana seguinte Aveiro. Curso de internos da sociedade. Festival de pilinhas e pipis, que clamam o seu direito à presença naquele evento. Degladiam-se, pilinhas e pipis (mas mais os pipis, por necessidade de afirmação), pelo respeito dos demais. odeio estas ocasiões, mas nas sessões aprende-se bastante e isso continua a ser o mais importante. Aproveitar uma das noites livres para estar com outra amiga que há não vejo há eras, desta feita em Aveiro.
Voltar para Lisboa para a segunda componente do curso, a mais carniceira, mas a mais apetecível (dependerá das perspectivas).

E dia santo, descansar...

Ainda a família

Através das ferramentas da globalização, combina-se um encontro... primos desgarrados, unidos por um sentido de self, fazem planos para almoçar juntos.
Algumas pessoas que conheço, outras que conheço apenas de histórias.
Engraçado, o entusiasmo inerente, inclusivamente de conhecer pessoas que pertencem ao lado negro da família e que por isso mesmo não nos merecem a total confiança.

O mesmo tipo de atracção que se tem por algo que nos faz mal, como uma borboleta a voar repetidamente contra uma lâmpada até que cai no chão incapaz de voltar a voar...

Ainda assim, espero poder comparecer... bzzz...

setembro 17, 2009

Ervilhinha ibérica

E ainda no mesmo tema, tinha eu 11 anos e estava em Paris numa pool de obstáculos com a S.H.P. (aka Jockey). Por um motivo qualquer alheio a uma criatura de 11 anos, agendado pelo jockey, comparecemos a uma recepção em casa do consul.
Lá, entre outros, encontrava-se o pai de umas das crianças luso-francesas que participavam nas provas. Terá reparado em mim, por motivos que só se tornaram claros um ano depois.

No ano seguinte, foram convidados para o Jockey e para uma nova pool os cavaleiros franceses com que competimos em Paris.
Num encontro de pais (o meu e o das crianças referidas), fiquei a saber que aquele pai era primo da minha mãe, irmão da sobejamente conhecida "Graça" e da "Tete". Mais familiares que apenas conheço de fotografia e de histórias várias...

Pensando nisto lembro-me que tenho que voltar a pressionar a minha mãe a escrever as histórias da família...

Aldeia global

Sempre imaginei que pudesse ter familiares perdidos pelo mundo. Conheço a existência dos sobrinhos da minha mãe (quer do lado da sua meia-irmã quer do lado do irmão)... todos um pouco distantes, uns tanto que não me recordo de alguma vez os ver.

Através de, espante-se, um site como o facebook, descobri que tenho dezenas de primos em vários graus, espalhados pelo globo. Descobri que alguns desses primos, que escrevem o nosso apelido de forma diferente da minha (dadas as variações da transição quase inventada pelo meu avô de um alfabeto para outro), moram ainda na ilha onde nasceu o meu avô.

Ao saber isso senti algo que nunca me passou pela cabeça sentir, que sempre encarei como puro melodrama: ligação às raízes. Descobri que tenho família que conhece a história da minha família, que me poderia dar a conhecer essa história. Descobri que em vários pontos do mundo há pessoas com fotografias do meu avô em jovem e que lhe chamam tio, primo, bisavô, etc...

Coisa estranha a família. Crava-nos as garras na carne e quando menos esperamos sentimos-lhes a presença, queremos senti-la para confirmar que existe.

setembro 14, 2009

Há palavras...

Por vezes escasseiam, por vezes são em demasia, raras vezes são as certas.

setembro 10, 2009

Pôr-do-sol

Não me sento a ouvir música vezes suficientes.

Lead I tell you, lead!

Estou com uma sinusite que não lembra a ninguém. Parece que tenho chumbo na cabeça...

setembro 09, 2009

Ao menos responde

Há amigos que nos desiludem. Uma e outra vez. Magoamo-nos, ressentimo-nos, afastamo-nos.
Damos-lhes uma nova oportunidade. Voltam ao mesmo, fazem pior...

O dilema é: dizer-lhes na cara o que sentimos em relação ao seu comportamento, quando sabemos à partida que o seu egocentrismo não deixará ver que não, não estão certos? Que o mundo não é como eles querem/crêem, que eles seres soberanos, não são a grande autoridade acerca do que é certo e aceitável numa relação interpessoal... ou simplesmente voltar a afastar, voltar a ignorar e depois logo se vê?

Estou farta de dar de mim a amigos que não têm nada para me dar em troca, nem sequer um agradecimento.

S. Pedro vai-te catar!

Já estou habituada a chover apenas no único dia que tenho livre e afins mimos... mas trovoada?!?...

Amanhã já está bom, mas amanhã tenho que provar o vestido.

Eu bato-lhe, juro que lhe bato...

setembro 08, 2009

Todos fodidos, estás a ver?!...

I gotta feeling that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good good night (x4)

Tonight’s the night night
Let’s live it up
I got my money
Let’s spend it up

Go out and smash it
like Oh My God
Jump off that sofa
Let’s get it get it up

I know that we’ll have a ball
if we get down
and go out
and just loose it all

I feel stressed out
I wanna let it go
Lets go way out spaced out
and loosing all control

Fill up my cup
Mazel tov
Look at her dancing
just take it off
Lets paint the town
We’ll shut it down
Let’s burn the roof
and then we’ll do it again

Lets Do it (x3)
and live it up

i gotta feeling that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good good night (x2)

Tonight’s the night
let’s live it up
I got my money
Lets spend it up

Go out and smash it
Like Oh My God
Jump off that sofa
Lets get get crunk

Fill up my cup (Drink)
Mazel tov (l'chaim)
Look at her dancing (Move it Move it)
Just take it off

Lets paint the town
We’ll shut it down
Lets burn the roof
and then we’ll do it again

lets do it (x3)
let’s live it up

Here we come
here we go
we gotta rock

Easy come
easy go
now we on top

Feel the shot
body rock
Rock it don’t stop

Round and round
up and down
around the clock

Monday, Tuesday, Wednesday and Thursday
Friday, Saturday, Saturday and Sunday

we keep keep keep keep on going
we know what we say
party everyday
p-p-p-party everyday

got a feeling
that tonights gonna be a good night
that tonights gonna be a good night
that tonights gonna be a good good nighte

setembro 06, 2009

Frescuras

Eu sabia que ia haver filmes com a casa.
Já começaram. Ainda aqui estamos e já mudei de empreiteiro.

Pobre senhor queixa-se da falta de emprego mas acha normal não aparecer/aparecer de fugida a um encontro marcado, não dizer nada e ir-se embora.. isto enquanto eu esperava por ele dentro da casa.

Não compreendo as pessoas, a sério. Cansam-me na sua estupidez.
Se passasse fome lavava escadas. Se a minha família passasse fome até me prostituía...

setembro 01, 2009

Lições de máquina de roupa

Fim do ciclo.
Segue-se em frente, caminho diferente, meio desamparada. Meio perdida. Quase que se perde o entusiasmo por algo que se anseia há muito tempo... os desejos eram diferentes, não era exactamente o que se tinha idealizado, não era este o molde perfeito.

Mas segue-se em frente, é isso que se tem que fazer... entre o stress e a pressão de tudo ter que ser para ontem, mas termos que andar a pedir a um pé para seguir adiante para que possamos pôr o nosso, há-de aparecer a felicidade do novo projecto. É uma questão de não ter tudo por fazer pela frente e de ir derrubando afazeres e obstáculos um a um.

Ontem fiquei uma boa maquia mais pobre. Questão de relatividade certamente, mas a mim o que me mói é a promessa de dinheiro que me sai da conta. Depois disto o orçamento das obras, a decisão por um dos bancos que se degladiam pelo meu sangue (sim sim... um deles até me fez propostas indecentes, verdadeiramente indecentes!), a atribuição do crédito e a escritura. Depois disso as obras, os dissabores nas mesmas (que certamente os haverá), as mudanças...

E o viver sozinha. Numa casa minha. Mais ou menos ao meu gosto, eventualmente completamente ao meu gosto.
Não posso ficar muito tempo às voltas, porque fico enrugada...

agosto 29, 2009

Rizível

Há pessoas que não conheço e quero cuspir na cara.

Pela sua labreguice com mania de esperteza, pela transparência dos artifícios que usam sem pudor de se intrometerem na vida alheia, sob uma máscara de preocupação que esconde o feio rosto da inveja e despeito.

Essas pessoas, que transparecem a labreguice da terra pequena, da mente pequena e do horizonte pequeno, reduzem-me os horizontes. Porque tomo-os por labregos porque o são, mas nem todos os seus conterrâneos o serão necessariamente.

Gostava de dizer a essas pessoas (e tenho pena de não o poder fazer agora), provavelmente um dia terei oportunidade de o fazer cara a cara, que as odeio.

Porque são parolas, porque têm a mania que são mais do que são, porque não é bonito meterem-se na vida dos outros e fazer os estragos e fazê-lo sob uma máscara de amizade desinteressada. São tão transparentes que me insultam a inteligência com essas máscarazinhas de papel maché que se desfazem com a lágrima de crocodilo...

Adiado... mas near na mesma

T-2 days

agosto 21, 2009

Tis near

8 dias...

agosto 18, 2009

Life in the world of plenty

Estou sempre com estes filmes... não sei porquê mas acontecem-me coisas.
A Via Verde pediu-me há tempos para associar novo cartão. Fê-lo por telefone. Na verdade colocou-me um ultimato por telefone. Não gostei, mas ainda assim lá fui eu tentar associar o cartão, novamente, no multibanco. Não deixaram.

Há dias recebi uma carta reclamando €45 e trocos em dívida, por passagens que apenas têm registo (convenientemente) da estação de saída... não fazem ideia onde eu entrei, mas estranhamente sabem onde saí. Assim cobram-me a taxa máxima possível para a saída que usei.

Agora o engraçado. A Via Verde não está errada, nem é responsabilizável por nada, porque me comunicou o término de contrato... estranhei. Perguntei como. Disseram-me que por carta.
Fiquei a saber que apesar de me conseguirem comunicar o que devo para a morada certa (da qual pedi alteração através de e-mail, como eles exigem), informações irrelevantes como as que levam a eles poderem cobrar tal exorbitância por um percurso de €1 são comunicadas para uma morada da qual já "dei baixa". Assim, os novos ocupantes da minha antiga morada ficaram muito contentes de saber que a honorável desconhecida que sou eu já não tem contrato válido com a Via Verde... eu fiquei na ignorância, mas a culpa e responsabilidade obviamente que não é deles. E isto tudo presente nos registos deles, porque à medida que eu ia falando, o funcionário da Via Verde ia-me dando as peças que faltavam...

Não sei de onde vem a frase "o cliente tem sempre razão" mas deve ser dos filmes ou de telenovelas, porque no mundo real o cliente tem que ter um cinto de castidade à Robin Hood men in tights para salvaguardar-se de sodomizações indevidas e indesejadas.

agosto 16, 2009

Progresso

Custou, mas passados muitos anos alguém responsável pelas obras públicas percebeu que não era bom cortar a 2ª circular nas 2h antecedentes de um Sporting-Benfica, que fechar o Marquês (antes de haver um túnel sob ele) às 6 da tarde, ou outras ideia de ensandecer qualquer um que se visse apanhado na fila de trânsito resultante.

Essa parte já perceberam... hora de ponta não! Então começaram a fazer os cortes de manhã. Em situações muito especiais vi-os a fazerem obras como gente evoluída, de madrugada... como gente evoluída espero que tenham acabado nessa própria madrugada, mas felizmente não tive que o comprovar e ficarei para sempre na esperança que sim.

Este fim de semana vi algo que me faz pensar que provavelmente não... de Algés ao Dafundo, a Marginal está reduzida a uma faixa para cada sentido, para reabilitação da estrada. Começaram a obra na 6ªfeira de manhã ou assim. Parecer-me-ia um mau dia, mas tendo em conta que esta 6ª feira centenas de pessoas rumaram para longe daqui de férias dei o benefício da dúvida.

Qual o benefício, óbvio, de fazer obras públicas a uma 6ª feira? Evitar complicar a vida aos cidadãos que querem ir trabalhar e já passam por muito nesse processo em condições normais, aproveitando o fim de semana para acabar de alcatroar as estradas... certo? Não, errado. A obra que começou 6ª feira de manhã, está parada durante o fim-de-semana, com o trânsito adequadamente complicado pela existência de menos 2 faixas de trânsito. Português não trabalha ao fim-de-semana.

Mais uma vez, felizmente, não terei que presenciar o trânsito resultante de mais uma inteligente medida que tem princípio e meio e parece não ter fim.

agosto 14, 2009

The first of many

Estou farta de fazer consultas. Mas consultas de outros médicos...

Hoje é o meu primeiro dia, oficial, de consulta. É gira a sensação... a minha consulta. Onde sou responsável pela imagem que passo. Onde posso dar aos meus doentes a noção de que nem todos os médicos são atrasados, antipáticos e pouco atenciosos.

Não que goste de fazer consulta, mas acaba por ser uma parte muito importante, de estabelecimento de vínculo com o doente, de confiança.

E enfim, estou de algum modo sensibilizada por esta situação. Já vi a minha primeira doente, pontualmente comme il faut. E agora enquanto espero pelos restantes doentes (tenho poucos) descubro que o meu pc tem acesso à net... é uma agradavel surpresa. Sobretudo para dúvidas a esclarecer, mas também para partilhar este momento in loco e para aceder ao meu mafia wars quando estiver muito tempo à espera... não é o caso agora que já tenho o segundo doente.

É a loucura!!!

Eu até tenho medo...



mas tenho mais vontade de fugir ao trânsito e não ter problemas de estacionamento!

agosto 11, 2009

A importância da escolaridade



Não sei bem se lhe deva entregar a chefia do blog, se lhe dar umas aulas de educação visual, noções básicas de perspectiva e referenciais e assim... não sei...

julho 31, 2009

Promessameaça

«Vou fazer igual, hoje e amanhã, ao que fiz ontem e hoje!»
Fátima Felgueiras dixit

julho 30, 2009

Perspectivar

Um colega de faculdade, amigo, morreu há dias. Um ano mais novo que eu. Católico de devoção fervorosa. Tinha comprado casa há uns meses, depois de anos solteiro e bom rapaz (e nem por isso por escolha) estava feliz ao lado da sua namorada.
Não lhe tinha grande amizade no início. Aliás, quando ele entrou na faculdade não podia com ele. Era irritante, aqueles alunos meio graxistas, sempre a fazer perguntas que poucas vezes eram pertinentes.
Mas mudei radicalmente a minha opinião nos últimos 2-3 anos, em que foi meu colega de trato mais próximo. Percebi que ele, nas suas convicções fortes (e que abrangiam toda a sua vida, como é comum para os católicos) tão díspares das minhas, era uma pessoa querida, preocupada, atenciosa e que respeitava a minha ausência/afastamento de convicções religiosas. Isto para o comum dos católicos fervorosos é uma tarefa hercúlea, e reconheci-lha.

Estava em Barcelona quando falei com ele pela última vez. Convidava-me para ir a casa dele, conhecer a casa nova e celebrar os anos dele. Respondi-lhe que teria imenso gosto mas que infelizmente estava em Barcelona nessa altura... mas que haveria certamente outra oportunidade.
Arrepia-me pensar que não estou com esta conversa porque sim e porque fica bem e porque é giro ter o que escrever, mas porque foi textualmente assim. A minha certeza. E certamente a dele também... talvez o Deus que ele sempre amou não tenha achado piada às nossas certezas sobre algo que não está no nosso domínio.
Acredito que ele e a família acreditam que Deus o quis junto dele. Espero que encontrem conforto, paz e serenidade nessa crença, espero sinceramente.
Eu pessoalmente, não conseguiria sentir nada se não raiva, sentimento de injustiça perante tamanha ironia e provocação... do destino, de Deus, das circunstâncias. Seja o que for, é incompreensível que um jovem, a iniciar a construção da sua vida de adulto, aparentemente saudável, simplesmente morra.