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julho 08, 2010

Talassoterapia

Mergulhar no mar.
Pelo menos 1 vez por semana, de preferência 3 vezes ao dia.

Se o tempo não ajudar, albardar o burro como se fosse pescar mexilhão e deixar passar o tempo a banharem-se os pés.

Lava a alma.

Não enxaguar.
Não torcer.

janeiro 04, 2010

Festividades

Natal, significância perene de nada. Felizmente já passou, não deixou marcas, boas ou más... apenas umas histórias engraçadas para serem contadas com um sorriso que não deixe adivinhar que o que se conta de algum modo nos afecta. Ninguém gosta de apanhar com as desgraças dos outros, nem mesmo aqueles que nos perguntam por elas...

Passaram-se também os dias de banco dia sim dia não, sobrevivi.

As obras avançam, muito lentamente, com atrasos sucessivos... caixilharias, chãos, afins... alguém que se compromete a instalar janelas a uma 3ªf e no fundo saber que o trabalho não estará concluído passadas 2 semanas, é uma coisa que me faz uma certa confusão.
Mas hoje marca o passo de meio das obras, já depois de passado o prazo previsto de conclusão... que delícia!

maio 06, 2009

Boys will be boys

março 31, 2009

Inmates Readily Sterilized

520, 401...
Bingo!

Internal Ravaging Sacrifice

407, 701, 708, 730, 732, 801, 803, ...

Altura maravilhosa do ano esta... podem-se declarar compras de computadores ou não?? E despesas com o carro ou não?!
Quem diria que tenho um irmão na área de direito fiscal...

março 30, 2009

Breakfast at Tiffany's

Não há coisa mais linda de tão perfeita que os filmes de antigamente.

março 11, 2009

A última dos mohicanos

E ainda no tema pés, dado que falando neles não posso deixar de me recordar da minha perene busca (inglória) por sapatos, botas, etc... tantas vezes frustrada que insisto em comprar sapatos que me sufocam, por ter que me contentar com eles... tantas vezes frustrada que quando arranjo uns que gosto e me são confortáveis os uso até à exaustão, a ponto de parecer uma mendiga e ouvir o R. dizer-me ao olhar uma sola soltar-se, já gasta "... estamos a precisar de te ir comprar sapatos!!"

Assim, deixo a questão que já espalhei por milhares de sapatarias lisboetas: «Serei a única portuguesa com pé de cinderela»(sobretudo tendo em conta esta nova geração nitrofurano com corpinhos de 20 aos 10anos) «para as sapatarias não venderem/fazerem sapatos acima do 40??»

fevereiro 26, 2009

Pros nos vérbios

Todos conhecemos provérbios ou dizeres que não fazem sentido nenhum... afinal fazem, nós é que os dizemos mal.

E porque aprender é sempre um prazer...

Popularmente diz-se: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro.'
O correcto: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro.'

'Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.''
Enquanto o correcto é: 'Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'

'Cor de burro quando foge.'
O correcto é: 'Corro de burro quando foge!'

Outro, que todos dizem de uma maneira errada: 'Quem tem boca vai a Roma.'
O correcto é: 'Quem tem boca vaia Roma.'

'Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correcto é: 'Esculpido em Carrara.'

Mais um famoso...: 'Quem não tem cão, caça com gato.'
O correcto é: 'Quem não tem cão, caça como gato'... ou seja, sozinho!

fevereiro 01, 2009

Correr por uma pechincha

Comprei um sofá magnífico... não cabia na porta... tenho uma sala enorme, com uma poltrona, apenas!
O sofá magnífico e baratíssimo (uma verdadeira "oportunidade") vai-me sair por mais €68 do transporte não executado do Ikea e ainda €120 da empresa que tive que contratar à parte... uma pechincha!

janeiro 18, 2009

Priceless

janeiro 17, 2009

Bela fama

Ontem uma senhora abordou-me na rua do hospital, a pedir-me ajuda para encontrar a mãe dela. Não sabia em que serviço estava, sabia apenas que tinha estado no serviço de urgências. Quando foi lá saber da mãe mandaram-na dar uma volta ao hospital à procura da senhora...

Ela encontrou-me precisamente do outro lado do hospital, onde não me soube dizer nada que me orientasse. Perguntei-lhe porque é que a mãe tinha vindo ao hospital, de que se queixava... dado que pelas queixas ou estaria no meu serviço (e eu sabia que não estava) ou num outro, fui com ela a esse serviço.
A doente não estava lá. Procurei no sistema, e a senhora tinha tido alta há 2h do serviço de urgência geral... isto no sistema, porque provavelmente estava numa cadeira qualquer, provavelmente já com o epítet "caso social". Lá encaminhei a senhora, com indicações para falar com os administrativos e com as folhas que lhe dei na mão obrigá-los a encontrar-lhe a mãe.

Quando voltei ao serviço onde tinha sido chamada, a copeira e a auxiliar de acção médica saíram-se com esta:
- Ai Sra. Dra., isso já não há...
- Desculpe?...
- Isso que a Sra. Dra. fez... isso já não se faz. Parar o seu trabalho e andar a ajudar aquela senhora assim.. acho que faz muito bem e que Deus a ajude em tudo quanto lhe vier pela frente.

Ri-me, agradeci, fiquei toda orgulhosa de mim mesma (babada na verdade)... mas depois fiquei a pensar... que raio de fama têm os médicos. O que é que custa fazer o que fiz, sinceramente? É assim tão frequente virar as costas a uma pessoa que nos pede ajuda a encontrar a mãe que estará algures no hospital que nós conhecemos bem e onde nos sabemos mover?
E não me senti superior ou bem comigo mesma por não ser assim... senti-me triste.

Não, agora a sério

Diz que 2009 vai ser um ano em muito (para mim e afins virginianos, para quem gosta/engole estas coisas) semelhante a 2008, visto que acaba o processo iniciado nesse ano. Um processo de revolução, de instabilidade no adquirido... em todos os campos (emocional, financeiro) excepto o profissional.
Sendo que 2008 ficará para sempre na memória como um ano de merda, pensar que 2009 o continua na mesma tónica é no mínimo desesperante.

Diz-que 2009

...vai ser a continuação de 2008!

janeiro 15, 2009

(In)significâncias

Já é a segunda vez que tenho um sonho semelhante. No primeiro, apanhava um qualquer comboio necessário para chegar a uma ponta de Lisboa (??), enganava-me na saída e tinha que trocar em Citius para sair na paragem certa (a anterior).

Neste, no mesmo comboio, acompanhada de dois amigos que seguiam noutra carruagem (nos sonhos há coisas assim... não era por ausência de espaço). Segundos antes da paragem pretendida, mais uma vez Citius, disseram-me que era ali que saíamos... arrumar tudo à pressa, com mochila do interrail e tudo, a pôr todas as malas na gare com as pessoas a entrar no comboio e a serem incapazes de se desviarem... quando ia a pôr a última mala na gare e sair, a porta fechou-se e o comboio começou a andar... abri a porta preparada para sair em andamento mas já não havia plataforma, o comboio não tinha degraus e os carris ficavam muito a baixo do nível do comboio.

Não percebi o que queria isto dizer... a reacção das pessoas que voluntariamente só complicavam, a minha ansiedade (e sobretudo a ausência dela anteriormente, que me permitia ter tudo desarrumado segundos antes da possibilidade de ter que sair, nada característico meu...), o não haver plataforma ou a altura desmedida do combóio.

Por estranhar o facto de se repetir este contexto estranho da linha de combóio e da repetição do nome da estação:

citius - do latim mais rápido, mais célere; é também o nome do projecto de desmaterialização dos processos nos tribunais judiciais desenvolvido pelo Ministério da Justiça.

E...?

dezembro 31, 2008

Rostov



Trazia altas expectativas, porque a única vez na minha vida que vi uma companhia nacional de bailado russo ao vivo (já lá vão uns 12 anos) foi o espectáculo mais lindo que vi... tornei-me snob e desmerecendo cada companhia de bailado.

É certo que por serem russos não têm que ser bons bailarinos, mas eu no meu íntimo assim o cria (e queria).

Foi uma desilusão... corpos de bailado dessincronizados, piruetas que se alastravam pelo palco todo, desequilíbrios, até falta de coordenação...

Salvou-se a dança russa, com o magnífico menear do russo que fazia de russo, e a fada e seu escort... o Quebra-nozes não ia mal de todo, mas não me tirou a respiração.

Da mesma companhia espera-se a 1 de Janeiro o Lago dos Cisnes, mas agora ponho as minhas dúvidas se valerá a pena.

A assinalar, como sempre, o péssimo público português, que não aplaude e não percebe nada do que vê e ouve. Voltei (eu, eterna tímida) a iniciar as salvas de palmas, constrangida com aqueles silêncios, e a revolver-me pelos "bravos" entoados a quem pior tinha actuado... há pessoas que não merecem ter acesso a cultura.

dezembro 24, 2008

E neste maravilhoso espírito

Feliz Natal!

dezembro 02, 2008

Só porque pediste

A pedido de muitas (uma) famílias (na verdade uma só pessoa), cá estou eu.
Ontem fui ver o ensaio sobre a cegueira. Fiel ao livro e (felizmente) completamente diferente da peça experimental que fui ver à trindade. Com deleite notei a ausência de preservativos púrpura do ABC do amor, as vozes guturais e a problemática do latão.

Continua a ser o meu livro favorito do Saramago, pelo tema... ontem notei que o vejo de maneira diferente. A cegueira enquanto excesso de informação supérflua, de pré-conceitos, que nos cegam... em oposição à ignorância, como o interpretei quando li o livro. A visão como recompensa de um amor que salta além desses preconceitos, e na recompensa desse amor a visão da imundície que a cegueira gera.

A beleza do livro é essa, aliás. A narrativa aberta, até no tema. A mensagem é a que cada um quiser tirar... poderá haver pessoas que não façam interpretação nenhuma, que entendam apenas como uma epidemia de cegueira, e nada mais. Por exemplo as crianças que partilharam connosco a sessão... vão-se queixar da ausência de efeitos especiais e assim...

...

Gostava também de escrever sobre as possiblidades que tenho de me sair o euromilhões. Agora que não jogo são diminutas.

...

Que escrever sobre nós?!... "Às arveres somos nózes"

...

Sobre mim?... hum... fico muito gira de pijama de bloco R.... sonha com isso! *wink*


Espero que a escrita esteja fluida o suficiente, como se os teus olhos tentassem seguir o vento... *wink wink*

novembro 16, 2008

Não fumar mata

É sempre bom alguém estar sóbrio, alguém para guiar os cegos.
Alguém para se meter no meio da confusão, para separar as partes... com sorte é ele que sai lesado.

outubro 28, 2008

Esqueletos no armário

Ainda não partilhei por aqui os meus recém-adquiridos vicios (recém? já vão 3 meses quase)...

Começou por um, o travian. Neste, podemos construir aldeias, torná-las independentes, defendê-las contra os jogadores mais avançados que nos vêm roubar os recursos para também eles crescerem (mas a outro nível... eles são muit'à frente).

Passamos essa fase, começamos nós a atacar os mais pequeninos (uma espécie de cadeia alimentar) para crescer nesse nível já mais à frente. É giro, engraçado... para quem gosta de estratégia. É uma espécie de um tamagoshi à escala da world wide web.

Pela constante ameaça de ter alguém a atacar-nos e levar-nos os recursos, ou de produzirmos recursos de modo a preencher o nosso espaço de armazém e outras questões prementes, acaba por se tornar uma certa dependência... chegamos a casa e nem "olá mãe, olá cão, olá amor"... qual quê... é directamente para o computador!
No entanto para quem trabalha ao computador diariamente é um jogo fácil de gerir... De quando em vez vai-se espreitar o menino. Não é o meu caso, por isso passo a vida stressada a correr para o computador.

De um café na esplanada do CCB, fazem já uns 2 meses mais ou menos, surgiu o outro vício. Um jogo que já metia recursos diferentes (cristal, enxofre?! deve ser interessante), que tinha frotas, fazendo supor que havia água (boa!)... novas dimensões, tenho que experimentar.

Assim foi, lá fui eu para o Ikariam. A grande maioria das pessoas que foi comigo para este (basicamente os monguitos do travian) não lhe achou piada... Eu achei. Apesar de muito mais lento, é mais complexo. E gostei e fiquei.

E recomendo.

outubro 11, 2008

Aforismo

Por muito que custe (resistir à tentação), as lojas são como os restaurantes... paga-se para se ser bem atendido.