Top 20 reasons to date a doctor:
1. They have the tool (stethoscope )
2. They can give you the gift of "missing them" because they are always at work.
3. They can give you a free medical consultation (everyone's favourite)
4.You save yourself the embarrassment of going to a doctor with an infection!!
5. They are smart!!
6. They know their anatomy well (know what works and where)
7. They are wild party people in the weekends
8 . "Let's play doctor!"
9. They are well trained to listen.
10. They know how you feel, or at least pretend to!!
11 They always have a strange new story to tell.
12 They offer you a tissue when you feel like crying (it is a reflex).
13 They can stay up all night if you want them to.
14 They can guide you in the gym.
15 Money! (They work long hours for it)
16 Free medical samples!
17 They are unshockable
18 They know what you want to hear and say it!!
19 They always dress nice
20 They are trained in breaking bad news in a nice way
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janeiro 22, 2010
janeiro 04, 2010
Obsession
Sei que sim, não percebo porque é entendida como um defeito...
Tenho um problema com a justiça, com o cumprimento de regras, com a divisão equitativa. Provavelmente por ser irmã de 4, tenho esta febre e cegueira com estas situações.
Sou uma pessoa justa, rigorosa, cumpridora e quase que me sinto empossada do dever de fazer cumprir aos outros tudo aquilo que está estipulado.
O mundo será mais harmonioso e simpático de se viver nele se não houver chicos-espertos a encontrar loop-holes ao sistema. Um mundo justo é mais facilmente agradável para todos, porque ninguém se sente defraudado.
Mas o português não é assim. O português sabe que as regras existem para se tornearem, para se dobrarem um pouco. Uma regra não é uma linha, mas uma mancha cinzenta, indefinida de contornos.
Este reveillon fui confrontada com esta situação. Os jogos de tabuleiro foram criados para crianças. Para lhes ensinar a existência de regras que ditam comportamentos e acções. Para lhes ensinarem a cumprirem regras, a vencer pelos seus próprios méritos respeitando-as, estimular a competitividade sem batotas e artifícios... sem roubar a banca, sem jogar o dado 2ª vez porque ninguém reparou na 1ª, etc., etc.
Mas quando em crianças não se aprende, chega-se aos meados dos 20's-30's incapaz de se cumprir regras, a querer torneá-las. Muito bem, no espírito de ano novo e festa assente-se na maior latitude... mas quem gosta de regras tem que as cumprir, os restantes é que não, ok?!
Pois bem, em espírito de ano novo, vão à merda... e depois de tudo isto, ganhando, sou invariavelmente rotulada como má-perdedora. Porque ganho com regras escritas nos jogos mas que só eu devo cumprir, enquanto os outros fazem o regabofe que bem lhes apetecer.
Já começo a ficar um bocado farta de automaticamente não ter razão... só porque sim, só porque sou eu... mesmo que debatidos os factos e analisada a fundo a questão tenha sempre razão. Mas como sou eu e eu "tenho sempre razão" (mas única e exclusivamente de forma irónica), acabo por nunca ter razão.
Acaba por ser interessante...
Tenho um problema com a justiça, com o cumprimento de regras, com a divisão equitativa. Provavelmente por ser irmã de 4, tenho esta febre e cegueira com estas situações.
Sou uma pessoa justa, rigorosa, cumpridora e quase que me sinto empossada do dever de fazer cumprir aos outros tudo aquilo que está estipulado.
O mundo será mais harmonioso e simpático de se viver nele se não houver chicos-espertos a encontrar loop-holes ao sistema. Um mundo justo é mais facilmente agradável para todos, porque ninguém se sente defraudado.
Mas o português não é assim. O português sabe que as regras existem para se tornearem, para se dobrarem um pouco. Uma regra não é uma linha, mas uma mancha cinzenta, indefinida de contornos.
Este reveillon fui confrontada com esta situação. Os jogos de tabuleiro foram criados para crianças. Para lhes ensinar a existência de regras que ditam comportamentos e acções. Para lhes ensinarem a cumprirem regras, a vencer pelos seus próprios méritos respeitando-as, estimular a competitividade sem batotas e artifícios... sem roubar a banca, sem jogar o dado 2ª vez porque ninguém reparou na 1ª, etc., etc.
Mas quando em crianças não se aprende, chega-se aos meados dos 20's-30's incapaz de se cumprir regras, a querer torneá-las. Muito bem, no espírito de ano novo e festa assente-se na maior latitude... mas quem gosta de regras tem que as cumprir, os restantes é que não, ok?!
Pois bem, em espírito de ano novo, vão à merda... e depois de tudo isto, ganhando, sou invariavelmente rotulada como má-perdedora. Porque ganho com regras escritas nos jogos mas que só eu devo cumprir, enquanto os outros fazem o regabofe que bem lhes apetecer.
Já começo a ficar um bocado farta de automaticamente não ter razão... só porque sim, só porque sou eu... mesmo que debatidos os factos e analisada a fundo a questão tenha sempre razão. Mas como sou eu e eu "tenho sempre razão" (mas única e exclusivamente de forma irónica), acabo por nunca ter razão.
Acaba por ser interessante...
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Me on me,
Me on others,
Me on the world
dezembro 06, 2009
Em qualquer obra no geral...
novembro 24, 2009
novembro 03, 2009
O desespero dá a clareza de um pontapé nos rins alheios
Boa tarde,
fui em tempos (há mais de 2 anos) vossa cliente.
Pedi cancelamento do envio de fascículos. Relutantemente, passados alguns meses do pedido inicial, cessaram o envio de fascículos.
Depois desse episódio, de tempos a tempos contactavam-me telefonicamente para me informar de novas campanhas, novas colecções, que fui sempre recusando dizendo não estar interessada, como me mantenho até ao momento.
De um momento para o outro, por auto-recriação, recebo novamente os vossos fascículos, sem que em momento algum tenha sido sequer contactada... evidentemente enviam os fascículos por vossa auto-recriação, mas convenientemente juntam notas de pagamento.
Recebi hoje a 2ª carta, referindo que tenho valor em dívida de €3 (da carta anterior) a acumular com €3,45 da actual.
Não sei que mais é preciso fazer para cancelarem o envio de qualquer subscrição em meu nome. Como é por demais óbvio, não vou fazer qualquer tipo de pagamento por serviços que não só não pedi, como estou cansada de pedir que cessem.
Agradeço que não aproveitem o facto de dispor agora de um novo contacto meu, para me aborrecerem novamente.
Com o respeito possível,
fui em tempos (há mais de 2 anos) vossa cliente.
Pedi cancelamento do envio de fascículos. Relutantemente, passados alguns meses do pedido inicial, cessaram o envio de fascículos.
Depois desse episódio, de tempos a tempos contactavam-me telefonicamente para me informar de novas campanhas, novas colecções, que fui sempre recusando dizendo não estar interessada, como me mantenho até ao momento.
De um momento para o outro, por auto-recriação, recebo novamente os vossos fascículos, sem que em momento algum tenha sido sequer contactada... evidentemente enviam os fascículos por vossa auto-recriação, mas convenientemente juntam notas de pagamento.
Recebi hoje a 2ª carta, referindo que tenho valor em dívida de €3 (da carta anterior) a acumular com €3,45 da actual.
Não sei que mais é preciso fazer para cancelarem o envio de qualquer subscrição em meu nome. Como é por demais óbvio, não vou fazer qualquer tipo de pagamento por serviços que não só não pedi, como estou cansada de pedir que cessem.
Agradeço que não aproveitem o facto de dispor agora de um novo contacto meu, para me aborrecerem novamente.
Com o respeito possível,
novembro 02, 2009
E a propósito do fim do mundo
Dia 19 de Outubro já passou... não aconteceu nada. Ainda bem que mantive as minhas poupanças e não me meti a caminho da Polinésia francesa com os amiguinhos...
Próxima data prevista diz que é só em 2012... menos mal!
Próxima data prevista diz que é só em 2012... menos mal!
outubro 22, 2009
outubro 01, 2009
Citibank
Já há muito que me irritam as mensagens escritas dos Citibank e Cofidis, a oferecer-me dinheiro que à partida não preciso (se precisasse pedi-lo-ia), a pagar com suaves prestações mensais de TAEGs na ordem dos 25%... enviando uma mensagem escrita com um código de 4 letras para um número de 4 dígitos tenho automaticamente €3000 na conta, a par com 3000 facadas nos pulsos...
Sempre me irritou. Acho que é aproveitarem-se da estupidez (que abunda) das pessoas. Da febre de dinheiro sem medir as consequências. Acho imoral na actual conjunctura oferecerem, assim, dinheiro com uma cruz às costas.
Mas nunca tive oportunidade de expressar a minha irritação, exigir-lhes que não me mandassem mais mensagens deste tipo.
Hoje telefonaram-me. Desta feita €6000 euros com suaves prestações mensais (durante uma vida se calhar)...
A raiva não verbalizada durante mais de 2 anos, saiu-me em catadupa. Disse que não estava interessada e que achava obsceno fazer-se uma oferta activa de dinheiro com taxas de juro ridículas como as que eles praticam, na esperança que alguém se encante pela facilidade de um momento para o outro ter €6000 na conta.
É perfeitamente obsceno e imoral. Aproveitarem-se do espírito de facilitismo para passarem o golpe a milhares de pessoas com a corda ao pescoço... deviam ser presos, porque em momento algum, nesta oferta maravilhosa com que fui ostensivamente abordada, fui prevenida das infames taxas de juro praticadas nessas suaves prestações.
Sempre me irritou. Acho que é aproveitarem-se da estupidez (que abunda) das pessoas. Da febre de dinheiro sem medir as consequências. Acho imoral na actual conjunctura oferecerem, assim, dinheiro com uma cruz às costas.
Mas nunca tive oportunidade de expressar a minha irritação, exigir-lhes que não me mandassem mais mensagens deste tipo.
Hoje telefonaram-me. Desta feita €6000 euros com suaves prestações mensais (durante uma vida se calhar)...
A raiva não verbalizada durante mais de 2 anos, saiu-me em catadupa. Disse que não estava interessada e que achava obsceno fazer-se uma oferta activa de dinheiro com taxas de juro ridículas como as que eles praticam, na esperança que alguém se encante pela facilidade de um momento para o outro ter €6000 na conta.
É perfeitamente obsceno e imoral. Aproveitarem-se do espírito de facilitismo para passarem o golpe a milhares de pessoas com a corda ao pescoço... deviam ser presos, porque em momento algum, nesta oferta maravilhosa com que fui ostensivamente abordada, fui prevenida das infames taxas de juro praticadas nessas suaves prestações.
setembro 27, 2009
Am beginn war es kein wort
A morte
Saiu à rua
Num dia assim
Naquele
Lugar sem nome
Pra qualquer fim
Pensava eu. Ao ver o meu liceu cheio como nunca o vi para receber os eleitores em dia de sufrágio, com filas para entrar no próprio recinto, a adicionar às filas de cada mesa de voto, pensei que o português tivesse retirado o rabo aplicado cirurgicamente à cadeira.
Pensei eu e pensaram vários, porque essa sensação repetiu-se em vários locais de voto, em várias freguesias de Lisboa.
Mas não, aumenta.
O PS perde a maioria mas continua com uma larga vantagem, que não permite que o meu sonho de infância de ver as sondagens serem contrariadas pela contagem dos votos se realize.
Deveriam ser identificados os abstencionistas, marcados aqueles que são reincidentes e perderem os seus direitos de cidadania, dado que não exercem o seu mais essencial dever.
Aos votantes no PS votaria a mesma identificação. E cada vez que durante os próximos 4 anos disserem mal da vida, do governo, do estado do país, dever-lhes-iam ser aplicados choques eléctricos nos mamilos e testículos.
Saiu à rua
Num dia assim
Naquele
Lugar sem nome
Pra qualquer fim
Pensava eu. Ao ver o meu liceu cheio como nunca o vi para receber os eleitores em dia de sufrágio, com filas para entrar no próprio recinto, a adicionar às filas de cada mesa de voto, pensei que o português tivesse retirado o rabo aplicado cirurgicamente à cadeira.
Pensei eu e pensaram vários, porque essa sensação repetiu-se em vários locais de voto, em várias freguesias de Lisboa.
Mas não, aumenta.
O PS perde a maioria mas continua com uma larga vantagem, que não permite que o meu sonho de infância de ver as sondagens serem contrariadas pela contagem dos votos se realize.
Deveriam ser identificados os abstencionistas, marcados aqueles que são reincidentes e perderem os seus direitos de cidadania, dado que não exercem o seu mais essencial dever.
Aos votantes no PS votaria a mesma identificação. E cada vez que durante os próximos 4 anos disserem mal da vida, do governo, do estado do país, dever-lhes-iam ser aplicados choques eléctricos nos mamilos e testículos.
setembro 09, 2009
S. Pedro vai-te catar!
Já estou habituada a chover apenas no único dia que tenho livre e afins mimos... mas trovoada?!?...
Amanhã já está bom, mas amanhã tenho que provar o vestido.
Eu bato-lhe, juro que lhe bato...
Amanhã já está bom, mas amanhã tenho que provar o vestido.
Eu bato-lhe, juro que lhe bato...
setembro 06, 2009
Frescuras
Eu sabia que ia haver filmes com a casa.
Já começaram. Ainda aqui estamos e já mudei de empreiteiro.
Pobre senhor queixa-se da falta de emprego mas acha normal não aparecer/aparecer de fugida a um encontro marcado, não dizer nada e ir-se embora.. isto enquanto eu esperava por ele dentro da casa.
Não compreendo as pessoas, a sério. Cansam-me na sua estupidez.
Se passasse fome lavava escadas. Se a minha família passasse fome até me prostituía...
Já começaram. Ainda aqui estamos e já mudei de empreiteiro.
Pobre senhor queixa-se da falta de emprego mas acha normal não aparecer/aparecer de fugida a um encontro marcado, não dizer nada e ir-se embora.. isto enquanto eu esperava por ele dentro da casa.
Não compreendo as pessoas, a sério. Cansam-me na sua estupidez.
Se passasse fome lavava escadas. Se a minha família passasse fome até me prostituía...
agosto 18, 2009
Life in the world of plenty
Estou sempre com estes filmes... não sei porquê mas acontecem-me coisas.
A Via Verde pediu-me há tempos para associar novo cartão. Fê-lo por telefone. Na verdade colocou-me um ultimato por telefone. Não gostei, mas ainda assim lá fui eu tentar associar o cartão, novamente, no multibanco. Não deixaram.
Há dias recebi uma carta reclamando €45 e trocos em dívida, por passagens que apenas têm registo (convenientemente) da estação de saída... não fazem ideia onde eu entrei, mas estranhamente sabem onde saí. Assim cobram-me a taxa máxima possível para a saída que usei.
Agora o engraçado. A Via Verde não está errada, nem é responsabilizável por nada, porque me comunicou o término de contrato... estranhei. Perguntei como. Disseram-me que por carta.
Fiquei a saber que apesar de me conseguirem comunicar o que devo para a morada certa (da qual pedi alteração através de e-mail, como eles exigem), informações irrelevantes como as que levam a eles poderem cobrar tal exorbitância por um percurso de €1 são comunicadas para uma morada da qual já "dei baixa". Assim, os novos ocupantes da minha antiga morada ficaram muito contentes de saber que a honorável desconhecida que sou eu já não tem contrato válido com a Via Verde... eu fiquei na ignorância, mas a culpa e responsabilidade obviamente que não é deles. E isto tudo presente nos registos deles, porque à medida que eu ia falando, o funcionário da Via Verde ia-me dando as peças que faltavam...
Não sei de onde vem a frase "o cliente tem sempre razão" mas deve ser dos filmes ou de telenovelas, porque no mundo real o cliente tem que ter um cinto de castidade à Robin Hood men in tights para salvaguardar-se de sodomizações indevidas e indesejadas.
A Via Verde pediu-me há tempos para associar novo cartão. Fê-lo por telefone. Na verdade colocou-me um ultimato por telefone. Não gostei, mas ainda assim lá fui eu tentar associar o cartão, novamente, no multibanco. Não deixaram.
Há dias recebi uma carta reclamando €45 e trocos em dívida, por passagens que apenas têm registo (convenientemente) da estação de saída... não fazem ideia onde eu entrei, mas estranhamente sabem onde saí. Assim cobram-me a taxa máxima possível para a saída que usei.
Agora o engraçado. A Via Verde não está errada, nem é responsabilizável por nada, porque me comunicou o término de contrato... estranhei. Perguntei como. Disseram-me que por carta.
Fiquei a saber que apesar de me conseguirem comunicar o que devo para a morada certa (da qual pedi alteração através de e-mail, como eles exigem), informações irrelevantes como as que levam a eles poderem cobrar tal exorbitância por um percurso de €1 são comunicadas para uma morada da qual já "dei baixa". Assim, os novos ocupantes da minha antiga morada ficaram muito contentes de saber que a honorável desconhecida que sou eu já não tem contrato válido com a Via Verde... eu fiquei na ignorância, mas a culpa e responsabilidade obviamente que não é deles. E isto tudo presente nos registos deles, porque à medida que eu ia falando, o funcionário da Via Verde ia-me dando as peças que faltavam...
Não sei de onde vem a frase "o cliente tem sempre razão" mas deve ser dos filmes ou de telenovelas, porque no mundo real o cliente tem que ter um cinto de castidade à Robin Hood men in tights para salvaguardar-se de sodomizações indevidas e indesejadas.
julho 31, 2009
julho 25, 2009
julho 08, 2009
Maravilhas de morar a caminho de S. Bento
Parece a hora coca-cola light... homens musculados, bronzeados, com ar algo brega.. mas apelativos none the less. Ao passar de carro adivinham-se os comentários delicados que lhes passam pela cabeça ao olhar os seus olhos gulosos... todos esses piropos "carinhosos" que já todas teremos ouvido, ao passar numa obra, perto de qualquer andaime ou carrinha de construção. Esses mesmos, tão "carinhosos" que não me atrevo a escrevê-los aqui...
Prossegue-se viagem, calçada do combro a baixo...
Passados meia duzia de minutos ouvem-se tiros, assobios e frases de ordem.... espreita-se à janela (porque morar a caminho de S. Bento dá-nos esta característica de velha de bairro que tudo espreita à janela, desde o eléctrico que não anda por causa de um carro mal estacionado à procissão das velas por alturas da Páscoa, não descurando toda e qualquer manifestação que passa invariavelmente à porta).
A encabeçar uma multidão de homens musculados, bronzeados e vestidos de laranja encontra-se uma faixa a dizer "Estivadores" qualquer coisa... pormenores de somenos importância, importante era saber o que eles eram e daí inferir o que protestam.
Entre rosnares de gatos, tiros e assobios ouve-se a seguinte frase de ordem "Sócrates escuta, és um filho da puta".
A esta não me poupo e não me coíbo.. acho encantadora. Não pela ofensa em si, mas pela frontalidade. Não há cá meias palavras. Gritam o que todo o português, mesmo que apenas numa hora de maior desespero, já pensou. Neles a honestidade e verdade de todo um povo. Gosto muito do povo...
Prossegue-se viagem, calçada do combro a baixo...
Passados meia duzia de minutos ouvem-se tiros, assobios e frases de ordem.... espreita-se à janela (porque morar a caminho de S. Bento dá-nos esta característica de velha de bairro que tudo espreita à janela, desde o eléctrico que não anda por causa de um carro mal estacionado à procissão das velas por alturas da Páscoa, não descurando toda e qualquer manifestação que passa invariavelmente à porta).
A encabeçar uma multidão de homens musculados, bronzeados e vestidos de laranja encontra-se uma faixa a dizer "Estivadores" qualquer coisa... pormenores de somenos importância, importante era saber o que eles eram e daí inferir o que protestam.
Entre rosnares de gatos, tiros e assobios ouve-se a seguinte frase de ordem "Sócrates escuta, és um filho da puta".
A esta não me poupo e não me coíbo.. acho encantadora. Não pela ofensa em si, mas pela frontalidade. Não há cá meias palavras. Gritam o que todo o português, mesmo que apenas numa hora de maior desespero, já pensou. Neles a honestidade e verdade de todo um povo. Gosto muito do povo...
junho 25, 2009
Say what??
No meio de um quase sono, ouvi uma notícia que me despertou de surpresa... Michael Jackson morreu vítima de paragem cardíaca.
Estou estupefacta...
Fiquei triste com a notícia da morte da Farrah Fawcett, mas estranhamente a morte do freak com tendência à pedofilia abalou-me mais.
Estou estupefacta...
Fiquei triste com a notícia da morte da Farrah Fawcett, mas estranhamente a morte do freak com tendência à pedofilia abalou-me mais.
junho 21, 2009
Outubro é já amanhã
Este calor não é normal... ou muito me engano ou o fim do mundo está aí à porta. Este bafo que não me deixa dormir (eu que tipicamente demoro cerca de 1.7 a 2.5 segundos a adormecer mal deito a cabeça na almofada, por vezes até mesmo antes de subir ao quarto) é certamente indicativo de que vem aí um flare solar (diz o Nick Cage que é a 19 de Outubro, não sei se foram os conections dele na Cientologia que lho adiantaram) que nos vai incinerar a todos.
Pode ser, mas volto a dizer, avisem-me com antecedência... e tenho a dizer que acho mal a escolha da data, porque tenho férias na 2ª quinzena de Outubro. Com as novas regulamentações das férias dos funcionários públicos não dá para transitar os dias para a próxima encarnação... reforço: está mal!...
Pode ser, mas volto a dizer, avisem-me com antecedência... e tenho a dizer que acho mal a escolha da data, porque tenho férias na 2ª quinzena de Outubro. Com as novas regulamentações das férias dos funcionários públicos não dá para transitar os dias para a próxima encarnação... reforço: está mal!...
junho 18, 2009
junho 05, 2009
Se eu fosse a "rainha dos mundos"...
Fizeram uma vaquinha para salvar a Qimonda. Que bom. Mais dinheiro de contribuintes empregue em salvar por uns meses uma empresa que tem os dias contados. Bem empregue o dinheiro, porque Deus sabe (convenhamos, Deus quer lá saber...) que não há qualquer outra causa que seja importante...
Garantir e salvar a indústria, manter o desemprego pelo menos estável, até que haja estimulação da economia... ou estimular a economia para haver menos desemprego que por sua vez estimula a economia... sei lá, não sei onde começa o ciclo, que parece que deve ter uma solução de continuidade algures, porque não me parece que brote do nada, como que por geração espontânea.
Pouco me diz. O mercado e a indústria deveriam ser livres. Não esta amostra de "liberdade" do nosso mercado e indústria, que na verdade são um eufemismo (eufemismo é chamar a esta mentira eufemismo) para especulação, mas livre e competitivo. Isto, isto não é nada... é um paternalismo quiescente, reminiscência do período que todos criticam, mas para o colo do qual todo o português quer saltar, mesmo que a cadeira caia, mesmo que não seja de embalar.
Garantir e salvar a indústria, manter o desemprego pelo menos estável, até que haja estimulação da economia... ou estimular a economia para haver menos desemprego que por sua vez estimula a economia... sei lá, não sei onde começa o ciclo, que parece que deve ter uma solução de continuidade algures, porque não me parece que brote do nada, como que por geração espontânea.
Pouco me diz. O mercado e a indústria deveriam ser livres. Não esta amostra de "liberdade" do nosso mercado e indústria, que na verdade são um eufemismo (eufemismo é chamar a esta mentira eufemismo) para especulação, mas livre e competitivo. Isto, isto não é nada... é um paternalismo quiescente, reminiscência do período que todos criticam, mas para o colo do qual todo o português quer saltar, mesmo que a cadeira caia, mesmo que não seja de embalar.
junho 02, 2009
Acordo fonográfico
Comecei por engraçar. A musicalidade da língua, parecia favorecer as palavras. Mas depois comecei a sentir-me algo ultrajada, imbuída de um espírito patriota que não tem nada a ver comigo... A Florbela Espanca, a nossa Florbela, parte integrante e de relevo da nossa cultura. Ela merece o tom bucólico do nosso português. Ela faz sentido apenas nesse tom.
Cantarolei, fiel às minhas origens, em bom português, feliz por seguir perdidamente sem qualquer evidência de sotaque, feliz por saudar assim a nossa cultura.
Irrelevante, sim... mas nesta viagem, pareceu-me de máxima importância essa homenagem, por qualquer motivo desconhecido.
Então, os Bossa Nossa, depois de nos embalarem, também eles numa homenagem, seguindo um português purista nas acentuações, fiéis a tudo aquilo que torna o português diferente do brasileiro, introduzem um "te" fora do sítio... mantendo no entanto o hifenizado que o torna português. "te amar-te"?! estranhei eu... e nova quadra, com o mesmo "te amar-te" lá... estranho.
E eis que na última repetição do refrão, vem o brasileirismo, contente de nos arrancar mais um pedaço, de nos retirar a identidade em função da sua, orgulhosamente num "E é te amar assim perdidamentxi"...
Cantarolei, fiel às minhas origens, em bom português, feliz por seguir perdidamente sem qualquer evidência de sotaque, feliz por saudar assim a nossa cultura.
Irrelevante, sim... mas nesta viagem, pareceu-me de máxima importância essa homenagem, por qualquer motivo desconhecido.
Então, os Bossa Nossa, depois de nos embalarem, também eles numa homenagem, seguindo um português purista nas acentuações, fiéis a tudo aquilo que torna o português diferente do brasileiro, introduzem um "te" fora do sítio... mantendo no entanto o hifenizado que o torna português. "te amar-te"?! estranhei eu... e nova quadra, com o mesmo "te amar-te" lá... estranho.
E eis que na última repetição do refrão, vem o brasileirismo, contente de nos arrancar mais um pedaço, de nos retirar a identidade em função da sua, orgulhosamente num "E é te amar assim perdidamentxi"...
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