agosto 29, 2009

Rizível

Há pessoas que não conheço e quero cuspir na cara.

Pela sua labreguice com mania de esperteza, pela transparência dos artifícios que usam sem pudor de se intrometerem na vida alheia, sob uma máscara de preocupação que esconde o feio rosto da inveja e despeito.

Essas pessoas, que transparecem a labreguice da terra pequena, da mente pequena e do horizonte pequeno, reduzem-me os horizontes. Porque tomo-os por labregos porque o são, mas nem todos os seus conterrâneos o serão necessariamente.

Gostava de dizer a essas pessoas (e tenho pena de não o poder fazer agora), provavelmente um dia terei oportunidade de o fazer cara a cara, que as odeio.

Porque são parolas, porque têm a mania que são mais do que são, porque não é bonito meterem-se na vida dos outros e fazer os estragos e fazê-lo sob uma máscara de amizade desinteressada. São tão transparentes que me insultam a inteligência com essas máscarazinhas de papel maché que se desfazem com a lágrima de crocodilo...

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