Este fim-de-semana Porto. Ver uma reunião de microneurocirurgia com o supra-sumo da patologia vascular. Roadtrip com o tutor e o ex-tutorando do tutor, mestres maçons do culto das pilinhas quando juntos... mas ainda assim é capaz de ser engraçado.
Vou aproveitar a tarde de sábado, livre, para estar com duas amigas que não vejo há tempo demais.
Depois volto para casa, saudosa e ao mesmo tempo triste, no último comboio do dia. Cá me esperará uma noite de ramboia e folia... ou nem tanto assim!
Próximo fim de semana algarve. Visitar a amiguinha e seu rebento. Entregar as fotos da ultima visita, ja convenientemente photoshopadas, tirar fotos novas. Esperar que o rebento tenha calma com as cólicas para poder gozar a companhia dos amiguinhos e do seu rebento sem me estalar uma enxaqueca. A promessa de um sushi.
Fim de semana seguinte Aveiro. Curso de internos da sociedade. Festival de pilinhas e pipis, que clamam o seu direito à presença naquele evento. Degladiam-se, pilinhas e pipis (mas mais os pipis, por necessidade de afirmação), pelo respeito dos demais. odeio estas ocasiões, mas nas sessões aprende-se bastante e isso continua a ser o mais importante. Aproveitar uma das noites livres para estar com outra amiga que há não vejo há eras, desta feita em Aveiro.
Voltar para Lisboa para a segunda componente do curso, a mais carniceira, mas a mais apetecível (dependerá das perspectivas).
E dia santo, descansar...
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setembro 24, 2009
setembro 09, 2009
Ao menos responde
Há amigos que nos desiludem. Uma e outra vez. Magoamo-nos, ressentimo-nos, afastamo-nos.
Damos-lhes uma nova oportunidade. Voltam ao mesmo, fazem pior...
O dilema é: dizer-lhes na cara o que sentimos em relação ao seu comportamento, quando sabemos à partida que o seu egocentrismo não deixará ver que não, não estão certos? Que o mundo não é como eles querem/crêem, que eles seres soberanos, não são a grande autoridade acerca do que é certo e aceitável numa relação interpessoal... ou simplesmente voltar a afastar, voltar a ignorar e depois logo se vê?
Estou farta de dar de mim a amigos que não têm nada para me dar em troca, nem sequer um agradecimento.
Damos-lhes uma nova oportunidade. Voltam ao mesmo, fazem pior...
O dilema é: dizer-lhes na cara o que sentimos em relação ao seu comportamento, quando sabemos à partida que o seu egocentrismo não deixará ver que não, não estão certos? Que o mundo não é como eles querem/crêem, que eles seres soberanos, não são a grande autoridade acerca do que é certo e aceitável numa relação interpessoal... ou simplesmente voltar a afastar, voltar a ignorar e depois logo se vê?
Estou farta de dar de mim a amigos que não têm nada para me dar em troca, nem sequer um agradecimento.
setembro 08, 2009
Todos fodidos, estás a ver?!...
I gotta feeling that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good good night (x4)
Tonight’s the night night
Let’s live it up
I got my money
Let’s spend it up
Go out and smash it
like Oh My God
Jump off that sofa
Let’s get it get it up
I know that we’ll have a ball
if we get down
and go out
and just loose it all
I feel stressed out
I wanna let it go
Lets go way out spaced out
and loosing all control
Fill up my cup
Mazel tov
Look at her dancing
just take it off
Lets paint the town
We’ll shut it down
Let’s burn the roof
and then we’ll do it again
Lets Do it (x3)
and live it up
i gotta feeling that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good good night (x2)
Tonight’s the night
let’s live it up
I got my money
Lets spend it up
Go out and smash it
Like Oh My God
Jump off that sofa
Lets get get crunk
Fill up my cup (Drink)
Mazel tov (l'chaim)
Look at her dancing (Move it Move it)
Just take it off
Lets paint the town
We’ll shut it down
Lets burn the roof
and then we’ll do it again
lets do it (x3)
let’s live it up
Here we come
here we go
we gotta rock
Easy come
easy go
now we on top
Feel the shot
body rock
Rock it don’t stop
Round and round
up and down
around the clock
Monday, Tuesday, Wednesday and Thursday
Friday, Saturday, Saturday and Sunday
we keep keep keep keep on going
we know what we say
party everyday
p-p-p-party everyday
got a feeling
that tonights gonna be a good night
that tonights gonna be a good night
that tonights gonna be a good good nighte
that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good good night (x4)
Tonight’s the night night
Let’s live it up
I got my money
Let’s spend it up
Go out and smash it
like Oh My God
Jump off that sofa
Let’s get it get it up
I know that we’ll have a ball
if we get down
and go out
and just loose it all
I feel stressed out
I wanna let it go
Lets go way out spaced out
and loosing all control
Fill up my cup
Mazel tov
Look at her dancing
just take it off
Lets paint the town
We’ll shut it down
Let’s burn the roof
and then we’ll do it again
Lets Do it (x3)
and live it up
i gotta feeling that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good good night (x2)
Tonight’s the night
let’s live it up
I got my money
Lets spend it up
Go out and smash it
Like Oh My God
Jump off that sofa
Lets get get crunk
Fill up my cup (Drink)
Mazel tov (l'chaim)
Look at her dancing (Move it Move it)
Just take it off
Lets paint the town
We’ll shut it down
Lets burn the roof
and then we’ll do it again
lets do it (x3)
let’s live it up
Here we come
here we go
we gotta rock
Easy come
easy go
now we on top
Feel the shot
body rock
Rock it don’t stop
Round and round
up and down
around the clock
Monday, Tuesday, Wednesday and Thursday
Friday, Saturday, Saturday and Sunday
we keep keep keep keep on going
we know what we say
party everyday
p-p-p-party everyday
got a feeling
that tonights gonna be a good night
that tonights gonna be a good night
that tonights gonna be a good good nighte
julho 30, 2009
Perspectivar
Um colega de faculdade, amigo, morreu há dias. Um ano mais novo que eu. Católico de devoção fervorosa. Tinha comprado casa há uns meses, depois de anos solteiro e bom rapaz (e nem por isso por escolha) estava feliz ao lado da sua namorada.
Não lhe tinha grande amizade no início. Aliás, quando ele entrou na faculdade não podia com ele. Era irritante, aqueles alunos meio graxistas, sempre a fazer perguntas que poucas vezes eram pertinentes.
Mas mudei radicalmente a minha opinião nos últimos 2-3 anos, em que foi meu colega de trato mais próximo. Percebi que ele, nas suas convicções fortes (e que abrangiam toda a sua vida, como é comum para os católicos) tão díspares das minhas, era uma pessoa querida, preocupada, atenciosa e que respeitava a minha ausência/afastamento de convicções religiosas. Isto para o comum dos católicos fervorosos é uma tarefa hercúlea, e reconheci-lha.
Estava em Barcelona quando falei com ele pela última vez. Convidava-me para ir a casa dele, conhecer a casa nova e celebrar os anos dele. Respondi-lhe que teria imenso gosto mas que infelizmente estava em Barcelona nessa altura... mas que haveria certamente outra oportunidade.
Arrepia-me pensar que não estou com esta conversa porque sim e porque fica bem e porque é giro ter o que escrever, mas porque foi textualmente assim. A minha certeza. E certamente a dele também... talvez o Deus que ele sempre amou não tenha achado piada às nossas certezas sobre algo que não está no nosso domínio.
Acredito que ele e a família acreditam que Deus o quis junto dele. Espero que encontrem conforto, paz e serenidade nessa crença, espero sinceramente.
Eu pessoalmente, não conseguiria sentir nada se não raiva, sentimento de injustiça perante tamanha ironia e provocação... do destino, de Deus, das circunstâncias. Seja o que for, é incompreensível que um jovem, a iniciar a construção da sua vida de adulto, aparentemente saudável, simplesmente morra.
Não lhe tinha grande amizade no início. Aliás, quando ele entrou na faculdade não podia com ele. Era irritante, aqueles alunos meio graxistas, sempre a fazer perguntas que poucas vezes eram pertinentes.
Mas mudei radicalmente a minha opinião nos últimos 2-3 anos, em que foi meu colega de trato mais próximo. Percebi que ele, nas suas convicções fortes (e que abrangiam toda a sua vida, como é comum para os católicos) tão díspares das minhas, era uma pessoa querida, preocupada, atenciosa e que respeitava a minha ausência/afastamento de convicções religiosas. Isto para o comum dos católicos fervorosos é uma tarefa hercúlea, e reconheci-lha.
Estava em Barcelona quando falei com ele pela última vez. Convidava-me para ir a casa dele, conhecer a casa nova e celebrar os anos dele. Respondi-lhe que teria imenso gosto mas que infelizmente estava em Barcelona nessa altura... mas que haveria certamente outra oportunidade.
Arrepia-me pensar que não estou com esta conversa porque sim e porque fica bem e porque é giro ter o que escrever, mas porque foi textualmente assim. A minha certeza. E certamente a dele também... talvez o Deus que ele sempre amou não tenha achado piada às nossas certezas sobre algo que não está no nosso domínio.
Acredito que ele e a família acreditam que Deus o quis junto dele. Espero que encontrem conforto, paz e serenidade nessa crença, espero sinceramente.
Eu pessoalmente, não conseguiria sentir nada se não raiva, sentimento de injustiça perante tamanha ironia e provocação... do destino, de Deus, das circunstâncias. Seja o que for, é incompreensível que um jovem, a iniciar a construção da sua vida de adulto, aparentemente saudável, simplesmente morra.
julho 14, 2009
Strange thing... mistifying
Parece que estava em trabalho de parto desde sábado. Parece que de madrugada, pontualmente de hora a hora, tinha contracções... como um relógio, às 28 de cada hora. Domingo terá sido a mesma coisa suponho.
Certo é que ontem, estava ela já no bloco de partos, deram-lhe a epidural, enquanto eu congeminava que ela, coitadinha, ainda deveria estar em trabalho de parto ao fim do dia, estava já a fazer força e a portar-se não como uma menina, tal como normalmente a vejo, mas sim como uma mulher. Uma mulher a dar à luz à sua filha, desejada, querida e amada mesmo antes de ter nascido. Passados pouco mais de 30 minutos da informação da epidural, vinha a informação do nascimento.
As nossas meninas.
Hoje vou vê-la. Fotografá-las até à euxastão. Não lhe posso dar muito mimo porque infelizmente a minha mãe passou-me "a gripe" e estou assim meio fanhosa. Felizmente estou tão com a gripe quanto a minha mãe, e estou apenas constipada.
De máscara em punho lá vou eu conhecer a minha sobrinha ruivinha e nariguda, "linda como a mãe", disse o pai muito babado
Certo é que ontem, estava ela já no bloco de partos, deram-lhe a epidural, enquanto eu congeminava que ela, coitadinha, ainda deveria estar em trabalho de parto ao fim do dia, estava já a fazer força e a portar-se não como uma menina, tal como normalmente a vejo, mas sim como uma mulher. Uma mulher a dar à luz à sua filha, desejada, querida e amada mesmo antes de ter nascido. Passados pouco mais de 30 minutos da informação da epidural, vinha a informação do nascimento.
As nossas meninas.
Hoje vou vê-la. Fotografá-las até à euxastão. Não lhe posso dar muito mimo porque infelizmente a minha mãe passou-me "a gripe" e estou assim meio fanhosa. Felizmente estou tão com a gripe quanto a minha mãe, e estou apenas constipada.
De máscara em punho lá vou eu conhecer a minha sobrinha ruivinha e nariguda, "linda como a mãe", disse o pai muito babado
julho 05, 2009
I feel you
Fui ontem ao concerto da Kylie Minogue. Nem sei bem porquê, visto que não sou grande fã, tal como rapidamente constatei já no concerto.
O pavilhão atlântico às moscas, mas cheio de grandes fãs, muito divertidos, a cantar e dançar ao som dos êxitos mais recentes, a explodir de alegria à despedida com o I should be so lucky. Ela, supreendentemente espectacular. Canta espectacularmente bem, coisa que nunca supus, a única falha de afinação que lhe detectei foi quando resolveu tirar o auricular e cantar connosco e ouvir o som que faziam aquelas poucas mas animadas vozes, pelo que até tem desculpa. Os bailarinos fantásticos também.
Foi um bom concerto, tenho pena de não ser de facto grande fã ou teria saído maravilhada provavelmente.
O pavilhão atlântico às moscas, mas cheio de grandes fãs, muito divertidos, a cantar e dançar ao som dos êxitos mais recentes, a explodir de alegria à despedida com o I should be so lucky. Ela, supreendentemente espectacular. Canta espectacularmente bem, coisa que nunca supus, a única falha de afinação que lhe detectei foi quando resolveu tirar o auricular e cantar connosco e ouvir o som que faziam aquelas poucas mas animadas vozes, pelo que até tem desculpa. Os bailarinos fantásticos também.
Foi um bom concerto, tenho pena de não ser de facto grande fã ou teria saído maravilhada provavelmente.
Cenourinha global
Disse-me um amigo, que deu com o blog de outra amiga através do meu. Seria perfeitamente normal, não fosse eu não fazer a menor ideia que tenho esse blog linkado ou que essa pessoa teria em tempos comentado o meu (que parece ter sido a partir daí que ele foi dar com o dito blog).
Assim, pede-se a comparência da menina Inês M. (eventualmente uma de suas 3 irmãs e o F. ter-se enganado no nome) junto à caixa central, para eu saber de quem se trata.
Assim, pede-se a comparência da menina Inês M. (eventualmente uma de suas 3 irmãs e o F. ter-se enganado no nome) junto à caixa central, para eu saber de quem se trata.
junho 13, 2009
Viva Alfama!
Foram sem dúvida os santos mais divertidos que passei...
Recomendação para todos para o ano que vem: temperado com bastante sangria, agarrar em molas de roupa e passar a noite a prendê-las à roupa alheia... é hilariante e poderão nascer daí bonitas relações de amizade (ou não)!
Recomendação para todos para o ano que vem: temperado com bastante sangria, agarrar em molas de roupa e passar a noite a prendê-las à roupa alheia... é hilariante e poderão nascer daí bonitas relações de amizade (ou não)!
maio 11, 2009
Knowing
Comprovem-me que assim é... mas com provas irrefutáveis, que convençam o mais céptico dos seres.
Pego em nós e vamos de malas aviadas passar as férias da nossa vida... on me! Estoiro até o último cêntimo.
Mas vejam lá, tem que ser a sério... não vale dizer que sim e depois vai-se a ver e corta para trás!
Afinal se calhar não vou mudar as minhas férias... Outubro se calhar é o mês ideal para ir para o Paraíso (e vou encalhar com o dia 19 até que chegue o dia 20)..
Pego em nós e vamos de malas aviadas passar as férias da nossa vida... on me! Estoiro até o último cêntimo.
Mas vejam lá, tem que ser a sério... não vale dizer que sim e depois vai-se a ver e corta para trás!
Afinal se calhar não vou mudar as minhas férias... Outubro se calhar é o mês ideal para ir para o Paraíso (e vou encalhar com o dia 19 até que chegue o dia 20)..
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abril 12, 2009
Meet me in St. Louis
E nesta aversão a tradições e o que as legitima criei uma minha. Mas uma tradição com motivos, factos comprováveis, sem lesar ninguém e agradando (assim espero) a todos.
Fez em Fevereiro 1 ano que entrei para a especialidade. Nessa altura, há 1 ano atrás, levei os meus amigos mais queridos a jantar (nem todos puderam), num gesto de comemoração e partilha de um bom momento. Este ano repetiu-se esse jantar, como uma pancada de calceteiro a garantir que as pedras ficam bem encaixadas.
No do próximo ano, espero conseguir reunir o casal algarvio que falta comparecer a este jantar, já tradição. E que a minha J. mais linda não me venha propor uma alternativa ao restaurante, porque ouviu falar de um que é muito giro e come-se bem e sei lá mais o quê, e compreenda que é uma tradição, e que por isso não se mexe, não se contesta, não se questiona.
Fez em Fevereiro 1 ano que entrei para a especialidade. Nessa altura, há 1 ano atrás, levei os meus amigos mais queridos a jantar (nem todos puderam), num gesto de comemoração e partilha de um bom momento. Este ano repetiu-se esse jantar, como uma pancada de calceteiro a garantir que as pedras ficam bem encaixadas.
No do próximo ano, espero conseguir reunir o casal algarvio que falta comparecer a este jantar, já tradição. E que a minha J. mais linda não me venha propor uma alternativa ao restaurante, porque ouviu falar de um que é muito giro e come-se bem e sei lá mais o quê, e compreenda que é uma tradição, e que por isso não se mexe, não se contesta, não se questiona.
março 16, 2009
Avózinha é que sabe
A barriguitas e o seu B. já vão nas 20 semanas. Porque as crendices podem mais que a ciência e fazem o diagnóstico do sexo do bebé antes desta, quando comecei a ver que toda ela estava inchada (cara, mãos), pedi baixinho que fosse verdade...
E é. A Catarina envergonha a sua mamã ainda na barriga...
E é. A Catarina envergonha a sua mamã ainda na barriga...
janeiro 23, 2009
dezembro 19, 2008
Ano novo vida nova
De há uns tempos para cá resolvi para mim mesma que iria começar a ser mais transparente. Romper com o meu feitio reservado, através de algo tão simples quanto a sinceridade.
Custa-me confessar às pessoas que gosto delas... vivo no temor da rejeição, até da rejeiçãozinha (que é aquela que na verdade não o é, mas que se interpreta como tal...), e nisso moldo a minha maneira de ser e agir. E é uma estupidez!
Desde que na primária saí em defesa de dois amigos que eram bombardeados com o "namorados, primos e casados" dizendo que bem faziam eles, e o facto de isso ter levado à presunção de que eu era apaixonada pelo Francisco (e assim, o dizia com sofrimento e não como constatação de que era idiota estar a gozar alguém por gostar de outra pessoa) que tenho este horror a que presumam em mim sentimentos inexistentes. Não tenho que ter pudores em dizer a um amigo que gosto dele, que gosto dele de verdade, de coração, sem o saber explicar ou sem ter necessidade disso. Não tenho que temer que perante esta confissão ele pense que estou apaixonada por ele...
É ridículo, mas vivi toda a minha vida neste temor. No temor da sinceridade.
E depois, que achem que sou uma volúvel e estou apaixonada por todos aqueles a quem confesso as minhas simpatias... morro por isso?!... acho que não. Acho até que ao fim de algum tempo esse equívoco seria desfeito e as pessoas entenderiam apenas que eu gostava de coração desse amigo...
Vamos tentar. Vou tentar ser adulta e estar-me positivamente nas tintas para o que os outros pensam. Acho que deve ser ainda mais liberador do que imagino...
Custa-me confessar às pessoas que gosto delas... vivo no temor da rejeição, até da rejeiçãozinha (que é aquela que na verdade não o é, mas que se interpreta como tal...), e nisso moldo a minha maneira de ser e agir. E é uma estupidez!
Desde que na primária saí em defesa de dois amigos que eram bombardeados com o "namorados, primos e casados" dizendo que bem faziam eles, e o facto de isso ter levado à presunção de que eu era apaixonada pelo Francisco (e assim, o dizia com sofrimento e não como constatação de que era idiota estar a gozar alguém por gostar de outra pessoa) que tenho este horror a que presumam em mim sentimentos inexistentes. Não tenho que ter pudores em dizer a um amigo que gosto dele, que gosto dele de verdade, de coração, sem o saber explicar ou sem ter necessidade disso. Não tenho que temer que perante esta confissão ele pense que estou apaixonada por ele...
É ridículo, mas vivi toda a minha vida neste temor. No temor da sinceridade.
E depois, que achem que sou uma volúvel e estou apaixonada por todos aqueles a quem confesso as minhas simpatias... morro por isso?!... acho que não. Acho até que ao fim de algum tempo esse equívoco seria desfeito e as pessoas entenderiam apenas que eu gostava de coração desse amigo...
Vamos tentar. Vou tentar ser adulta e estar-me positivamente nas tintas para o que os outros pensam. Acho que deve ser ainda mais liberador do que imagino...
dezembro 05, 2008
Para um dia...
Quero partilhar tudo isso contigo. Fico tão feliz contigo e por ti, por vocês que nem sei bem como o expressar...
Sei como é importante para ti, sei como te faz feliz. Fico feliz também por isso.
Vou ser tia, do coração...
Sei como é importante para ti, sei como te faz feliz. Fico feliz também por isso.
Vou ser tia, do coração...
outubro 13, 2007
Mais uma coisa que me preocupa
A Jô, a minha Jô abandonou a nossa linda Lisboa... de malas e bagagens lá seguiu ela para Portimão, para procurar emprego em Portimão, para viver em Portimão... adoptou um gato com o R. que vai viver em Portimão, na casa do R. em Portimão...
Já não posso passar por tua casa quando sair do hospital, para tomarmos café, fumar uns (ou umas) cigarros, falarmos de tudo e de nada e jogarmos umas canastas...
Já não me posso sentir arrastada para um qualquer filme sem guião e de produção independente, que entra de imediato no meu portfolio, de tão singular que é.
Tenho saudades tuas.
Já não posso passar por tua casa quando sair do hospital, para tomarmos café, fumar uns (ou umas) cigarros, falarmos de tudo e de nada e jogarmos umas canastas...
Já não me posso sentir arrastada para um qualquer filme sem guião e de produção independente, que entra de imediato no meu portfolio, de tão singular que é.
Tenho saudades tuas.
setembro 16, 2006
Operando
Piquena referência à amiguinha jô que mariquinhas como é, portou-se muito bem e foi uma valente! Rápidas melhoras amiguinha.
setembro 12, 2006
agosto 28, 2006
Programa natura
Este sábado fui descer uns 10 km do zêzere... é uma época especialmente estúpida para se fazer canoagem num país em que no Verão chove pouco... mas lá fomos nós. Foi muito giro, cansativo, com episódios hilariantes (e infantis, como sabem melhor) que várias vezes envolviam molhar os outros pagaiantes, atravessar à frente deles, andar a reboque, e atirá-los para zonas onde ficariam encalhados...
A repetir, mas de preferência versão rafting.
A repetir, mas de preferência versão rafting.
fevereiro 13, 2006
Singstar
Passei uma noite de sábado animadíssima, entre jogos de playstation (buzz e singstar 80's que finalmente tenho!), muita bebida, muito boa companhia e muita diversão... e muita insónia... só assim mesmo para esta menina com estilo de vida de beata aguentar até às quase 7am sem sequer ter sono...
Entre muitas coisas, fica na memória o "ih oh" do jogo sing-song (na secção party)de alguns dos presentes... priceless!
Entre muitas coisas, fica na memória o "ih oh" do jogo sing-song (na secção party)de alguns dos presentes... priceless!
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