março 22, 2012

Leaps and bounds

março 12, 2012

Sing, sing a song

Engraçado, irónico... desconhecia que houvesse momentos da vida, em que certas coisas não fizessem qualquer sentido, não ressoassem. Libertador, maravilhoso!

fevereiro 25, 2012

Remelosa

Mesmo quando se acorda, é preciso lavar a cara, esfregar bem a sujidade, tirá-la de nós, esquecer que esteve agarrada a nós... só aí se vêem as verdadeiras cores do mundo.
...

E o mundo, é lindo!

fevereiro 19, 2012

Beautiful Lie

Espero que com os meses de aldrabice não me tenhas tirado a capacidade de confiar nas pessoas. Agora percebo, que eu é que não tenho nada a ver contigo... o par que se formou, é perfeito. Não se estragam duas famílias: mentiras sobre mentiras e pares de cornos sobre pares de cornos. Que sejam muito felizes e que não fodam a vida a mais ninguém.

fevereiro 16, 2012

Presunção e água benta

Adoro quando pessoas que não sabem nada da minha vida, porque escolho deixá-las à margem, presumem que sabem o que sinto ou o que penso... Adoro!

Não estou infeliz, antes pelo contrário. A percepção da realidade da vida, da minha vida e das pessoas que fizeram parte dela, dá-me uma serenidade e um bem-estar extremo.
Quem está fora da minha vida, está porque escolhi não lhes dar mais espaço. Seria bom que essa mensagem passasse de uma vez por todas e que me deixassem em paz de uma vez por todas.
Cada furo que tentam fazer nessa distância que imponho, apenas me transtorna, porque a acho abusiva e intrusiva.
Aqui, comigo, está quem eu quero e quem eu deixo estar. Quem não está, que perceba o recado... já vai em tempo disso.

fevereiro 15, 2012

2 pieces

Broken in two: one that can't stop loving, and one that can't understand why the other one can't.

Through pain comes growth, knowledge, understanding... I see you so clearly, I understand every little cowardly thing and choice about you, but I will never recognize you in this.
Sometimes I think I will never forgive you either.

fevereiro 12, 2012

O Singstar nunca mais será o mesmo

IEHUIAH

Foi-me dito que era o seu nome, o meu anjo... que a sua função era proteger-me de traições, de pessoas maldosas. 


Acho que anda a dormir. 


Afastando o óbvio, mesmo quem julguei que sempre estivesse do meu lado, também orquestra nas minhas costas...


Sou paranóica e desconfiada e presumo demasiado... pois sim, se calhar tenho mesmo é boa intuição.
Valha-me o Do as one

fevereiro 09, 2012

Unbreakable

Reconhecimento é o primeiro passo... reconhecer a dor, reconhecer a vivência. Depois perdoar e encontrar um caminho de amor:

Unbreakable

fevereiro 08, 2012

The bible tells me so

Quando escolhem nos arrancar o mundo, a perspectiva muda.
O perdão só viria com a contrição, com a mudança de atitude ou comportamento ou sentimento... Nada mudou, excepto a importância. E isso muda tudo.

fevereiro 03, 2012

Pitifull, really..

Que grandes amores estes, que surgem de nada, feitos de nada e se resumem a nada. Ignorance will always be a bliss.

janeiro 28, 2012

Desapego e perspectiva

Velhas e relhas, mil vezes remendadas, com pespontos espalhados por toda a parte, as minhas calças preferidas. Não era capaz de as deitar fora, as calças que me ficavam tão bem, exemplo do tipo de calças que mais gostava (justas em cima, a fazer uma pequena - muito pequena - boca de sino)...

Já habituada a ouvir as críticas ao seu mau aspecto (que já o tinham, admito...), não ligava, porque eram as minhas calças preferidas, as que me ficavam tão bem... tal como não tenho qualquer problema em usar a minha sweat velha relha (mais velha do que eu) que o Argos fez o favor de rasgar num momento de brincadeira mais acesa e que por isso mesmo está também remendada, pespontada, suturada. São cicatrizes na minha roupa, histórias da minha vida. Não me envergonham, por muito que tenham tentado guilt-trip me a isso.

Ontem, enquanto fumava um cigarro a seguir ao jantar, vi-me no reflexo da porta do restaurante (poderia ter sido em casa, ao espelho, mas há coisas que só se tornam óbvias nos sítios mais inesperados)... as minhas calças favoritas já não me ficam bem, estão-me largas, caem-me, sobram-me pregas em todo o lado, pelos muitos pespontos alinhavados o corte está todo alterado, ainda mais tecido parece sobrar...

Fomos felizes, mas como em tanta coisa na vida, vou deitar-vos ao lixo (porque não posso realmente dar-vos a ninguém)... it was a fine romance, mas agora acabou. Vou seguir a minha vida para outros pares de calças, que me fiquem melhor, que assentem no meu novo eu... vocês já não me servem.




janeiro 27, 2012

Phoenix

The mind boggles, the heart throbs, the scars heal, the senses return. You may never say my name, I no longer exist in you, but everywhere else.

janeiro 25, 2012

Forgetfulness

They say you die twice. One time when you stop breathing and a second time, a bit later on, when somebody says your name for the last time.
Banski

janeiro 23, 2012

Acceptance

Que o mundo é como é, que o universo dá as cartas que dá. Que o que é injusto, ilógico, incorrecto, tem uma razão de ser, por obscura que me seja. Que haverá sempre coisas fora do meu controlo, que me escapam e não por minha insuficiência. Que sim, há pessoas que nunca mudarão e eu não tenho que sofrer com isso.


Aceito que há uma ordem natural na desordem, no caos, que não me tenho que sentir responsável ou zelar por aqueles que fugiram debaixo da minha asa protectora. Aceitar o mundo e quem nele vive pelo que é, aceitar que se não mudarem ou se mudarem, é uma situação que a eles diz respeito e a mim só dirá se eu permitir. E quando me parece ilógico, incorrecto, injusto e irreal, nada mais do que desejar o melhor do mundo e criar a distância necessária para que não me continue a chocar a ausência de tudo o que me é vital... porque o que me é vital a mim, os valores que me são essenciais a mim não são ao outro: cada um vive a sua vida pautada pelas suas próprias normas, e pessoas com normas diferentes nunca seriam destinadas a partilhar nada.

Aceitar que não mudo nada no mundo, mudo-me a mim e o que me rodeia se for permeável a isso.  Aceitar que errei, que percebi mal, que me iludi e me desiludi, que amei quem não devia e fi-los muito mais do que eram ou alguma vez poderiam almejar ser. E está bem assim... aceitar que não posso balizar os outros pelos meus padrões, têm os deles e isso está bem. São insuficientes para mim, sobejarão para os que vierem a seguir.

E gozar a serenidade que dessa conclusão advém. Serena por saber que o mundo roda como antes e que o meu desequilíbrio momentâneo passa assim que ambientar a minha cadência à da rotação que me tirou o chão... foram segundos. Aceito-os, olho-os com o respeito que um mentor me merece.

Aceitar, em vez de julgar e avaliar cada situação pelo que não é... e assim, ser simplesmente feliz (simplesmente).

janeiro 17, 2012

Trintona

Sempre soube que seria a melhor altura da minha vida. E vai ser... sei que sim, ninguém me vai tirar isso, por injustiças, insanidades e irracionalidades que me atravessem para me deter. O meu caminho trilho-o eu.

janeiro 14, 2012

Start over

No matter. Try again. Fail again. Fail better.

janeiro 13, 2012

Âncoras

É quando começamos a andar para a frente que elas se lembram de pesar.

janeiro 10, 2012

Enough

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janeiro 09, 2012

Metamorfose

A coisa mais linda do mundo transformar-se em algo hediondo, que fere o olhar... chega a ser criminoso aquilo em que te tornaste.