novembro 10, 2012
outubro 31, 2012
outubro 30, 2012
outubro 23, 2012
A ver...
... E terás tudo o que queres, tudo o que sonhaste e tudo o que mereces. Com a naturalidade e facilidade de quem deixa o ar entrar e o deixa sair. Com essa sensação de pertença e de pacato desígnio.
outubro 18, 2012
Fica um pouco mais
"Eu não quero voltar para trás. Eu quero perseguir-te. Não te quero apanhar. Quero continuar à tua procura. Nós não somos daqui. Estamos aqui, o que é diferente. Eu quero saber de cor todos os teus desejos. Tocar os teus lábios quentes com os meus dedos."
...Com um nome como Pedro Paixão, não poderia escrever de forma diferente...
...Com um nome como Pedro Paixão, não poderia escrever de forma diferente...
outubro 14, 2012
setembro 30, 2012
Isn't it ironic?! Don't you think?...
É quando estás iluminada que as borboletas voam ao teu encontro.
setembro 22, 2012
setembro 21, 2012
setembro 19, 2012
quarenta e quatro
"Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja. Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente para me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias, caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia. Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crer que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre." "
Gabriel García Márquez
Gabriel García Márquez
setembro 10, 2012
Single out
Ontem reparei num movimento diferente, inesperado, bonito por único... nas árvores na orla da floresta onde se abria uma clareira.
Uma, mais clara, mais pequena, agitou-se freneticamente, isolada. As vizinhas impávidas e serenas.
Depois, do extremo oposto da clareira, o som inconfundïvel do agitar de ramagens. As vizinhas da pequena e clara árvore, impávidas e serenas permaneceram.
Uma, mais clara, mais pequena, agitou-se freneticamente, isolada. As vizinhas impávidas e serenas.
Depois, do extremo oposto da clareira, o som inconfundïvel do agitar de ramagens. As vizinhas da pequena e clara árvore, impávidas e serenas permaneceram.
setembro 08, 2012
Quoth the raven, nevermore
Chega de pôr a jugular à disposição de vampiros.
Ano de revelações, mesmo.
Ano de revelações, mesmo.
agosto 22, 2012
agosto 13, 2012
julho 22, 2012
Inversão
Fitas e infantilidades... Não legitimadas, logo proscrevem-me.
Não há uma célula em ti que respeite a natureza que deverias ter. Nada em ti clama "mãe", ou a criança imensa e mimada que te ocupa o coração abriria alas à mãe preocupada com a saúde da filha.
Nunca foste minha mãe e eu nunca fui tua filha.. És sim a filha que eu não quis mas fui obrigada a criar, e que acuso por tudo o que me fizeste perder nessa obrigação.
Reclamo o que perdi, o amor-próprio, a sanidade mental perdida a lutar contra moinhos diversos e em tudo semelhantes a si mesmos.
Sou órfã. E desde este momento proclamo a virgindade do meu útero: não crio filhos que não concebi ou acolhi. 30 anos é mais que suficiente, basta.
Não há uma célula em ti que respeite a natureza que deverias ter. Nada em ti clama "mãe", ou a criança imensa e mimada que te ocupa o coração abriria alas à mãe preocupada com a saúde da filha.
Nunca foste minha mãe e eu nunca fui tua filha.. És sim a filha que eu não quis mas fui obrigada a criar, e que acuso por tudo o que me fizeste perder nessa obrigação.
Reclamo o que perdi, o amor-próprio, a sanidade mental perdida a lutar contra moinhos diversos e em tudo semelhantes a si mesmos.
Sou órfã. E desde este momento proclamo a virgindade do meu útero: não crio filhos que não concebi ou acolhi. 30 anos é mais que suficiente, basta.
julho 03, 2012
julho 01, 2012
Disfarces encapotados
A resolução de todo e qualquer problema passa pelo seu reconhecimento... Genuíno.
junho 18, 2012
maio 18, 2012
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